Texto de Olavo de Carvalho – enviado pela Beth com recomendação ao Wesley
Hoje em dia, o controle esquerdista do vocabulário é um fato consumado, e aqueles que riam dele vinte anos atrás são os primeiros a submeter-se à autoridade postiça que prescreve limites à sua liberdade não só de expressão, mas até de pensamento.
Não há instrumento de controle social mais eficiente do que a imposição de novas normas de linguagem, que limitam o pensamento e modelam a conduta das multidões, e mesmo das elites, sem que estas ou aquelas, no mais das vezes, cheguem sequer a perceber que estão sendo manipuladas.
Nas altas esferas do movimento comunista, o emprego desse instrumento foi adotado como estratégia prioritária de guerra cultural para a destruição da civilização do Ocidente desde pelo menos a segunda década do século 20, entrando numa etapa de aplicação maciça, em escala mundial, a partir dos anos 60.
Obsessivamente devotados aos fronts mais materiais e vistosos da luta anticomunista – a defesa da economia de mercado e das instituições democráticas formais -, os liberais e conservadores em geral não deram a mínima atenção a esse aspecto da luta cultural, chegando mesmo a fazer troça do “politicamente correto” como se fosse apenas uma extravagância inofensiva e passageira, denunciando como paranóico alarmista quem quer que visse aí alguma ameaça real. Como sempre acontece em tais circunstâncias, a afetação de superioridade serviu apenas para mascarar a fragilidade inerme da vítima que nega o perigo por medo de enfrentá-lo e assim deixa que ele cresça até o ponto em que toda veleidade de combatê-lo já se tornou inútil.
Hoje em dia, o controle esquerdista do vocabulário é um fato consumado, e aqueles que riam dele vinte anos atrás são os primeiros a submeter-se à autoridade postiça que prescreve limites à sua liberdade não só de expressão, mas até de pensamento.
Dentre outros inumeráveis decretos baixados por essa entidade, um que desperta na mídia e nas classes falantes em geral um reflexo de obediência automática é aquele que proíbe chamar de assassino o psicopata que matou com fria crueldade um garoto de seis anos. Por ser apenas nove anos mais velho que a vítima na ocasião do delito, esse monstro deve ser polidamente designado como “o jovem envolvido no crime”.
Quem imagine que se trata de mera questão de palavras, por ignorar que os nomes dados às coisas determinam nosso modo de vê-las e de lidar com elas, terá a ocasião de despertar do seu sono semântico ao saber que um juiz federal concedeu ao criminoso o direito de morar no exterior, com despesas pagas por você e por mim, porque o desgraçado se sentia, coitadinho, inseguro e mal querido no Brasil (v.http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2010/2/ moradia_no_exterior_apos_pena_por_morte_de_joao_helio_64829.html). Claro: se fulano não é “um assassino”, e sim apenas “um jovem”, por que não conceder-lhe a afeição paterna, a ternura sem fim que o código moral hediondo do Estado brasileiro reserva aos membros mais violentos e brutais dessa faixa etária?
Nos EUA, o governo já reprime o uso do termo “terroristas” para designar os celerados que matam americanos e israelenses com vôos suicidas ou bombas em supermercados. Até a FoxNews, tida como “de direita”, passou a moderar gentilmente sua linguagem ao falar dessas criaturas, desde que o canal aceitou investimentos de um potentado árabe. “Assassinos”, em contrapartida, é como são rotulados por toda parte os onze heróis que, em boa hora, e sem pôr em risco a vida de mais ninguém, deram cabo de um autêntico assassino em massa, o líder da organização terrorista Hamas. Uma vez que a mídia universal subscreveu esse rótulo infamante, o salto da fala aos atos é instantâneo: aproveitando-se da gritaria geral, a Interpol, organização notoriamente pró-comunista a serviço do governo do Irã, mas que ainda posa aos olhos do público ignorante como instituição policial respeitável, desfechou uma caçada mundial aos onze, culpados tão somente de um ato de guerra contra um inimigo em guerra.
Mudar o valor e o peso das palavras é determinar, de antemão, o curso dos pensamentos baseados nelas e, portanto, das ações que daí decorram. Quem quer que consinta em adaptar seu discurso às exigências do “politicamente correto”, seja sob o pretexto que for, cede a uma das chantagens morais mais perversas de todos os tempos e se torna cúmplice do jogo de poder que a inspirou.






















Mesmo para quem não goste é sempre conveniente ler os artigos e idéias de O. de C. Por certo não ficará imune ao que o filósofo escreve. A favor ou contra.
Madeira eu tenho o site dele em favoritos, sempre que tem um artigo novo eu leio. este foi um deles e eu gostei.
então é assim..
o wesley me “xingou” , ficou muito bravo comigo pq chamei a marina de vigarista..mas como eu posso chamar uma pessoa que promoveu e compactuou c/ td aquela fraude de “gambá terra de mierda” ??? ela sabe muito bem que o laudo daquela terra que atestou q. pertencia aos indios foi feito por um cara , que depois descobriram que não passava de um motorista do ibama..esta é a honesta ??? ela sabia de tudo..portanto é mentirosa, fraudadora, imoral e vigarista..eu vi aquele outro excomungado daquele comunista de mierda..aldo rebelo no canal livre , falou que foi lá implorar para ela não separar os indios daquela maneira, mostrou q. tds as outras pessoas iriam ser expropriadas e disse que ela não demonstrou um pingo de compaixão..esta canalha dá + valor a uma arvore td “bichada” do que a um ser humano..
por exemplo um político que adoro , o senador alvaro , tem um defeito grave..ele fala ..A “ministra faltou c/ a verdade”..ele deveria falar ..A Dilma ,ministra do lulla mente, é sabido que ela é mentirosa……assim teria impacto, então ele faz um discurso de 40 minutos , c/ conteúdo, mas ninguem presta atenção..não é noticiado em lugar algum..pq ??? pq ele trata bandidos, terroristas e mentirosos c/ respeito, chamando-os de presidente, ministra..etc..eles estão no cargo ilegal/ comprando votos, roubando..não dá p/ ter respeito c/ estes canalhas.são pessoas que protegem a matança em cuba,protegem o crime aqui no brasil, ou em…
continuo..
aqui no brasil, ou em qquer outro buraco imundo que tiver um ditador canalha explorando o povo….como posso chamar um maldito deste de presidente ???? o wesley deveria ler + o olavo e aprender a tratar bandidos como se deve.
Kalma Beth.
Houve época em que acreditava em políticos, hoje não mais. O Wesley parece ser uma pessoa bem intencionada, ele já disse aqui que se arrependia de ter sido e pensar como esquerda. A convivência diária com as informações vai nos modificando, vamos vendo os velhacos se desmascarando e os patifes execrados nos jornais.
Se ele enviou o texto do Olavo, é sinal que está compreendendo o jogo das esquerdas ou pseudo-esquerdas.
A minha visão desta lambança é que poucos tem ideologia, na verdade são argentários que se escondem atrás de uma bandeira para enriquecerem.
Beth se vc observar na história, os grandes revolucionários foram quase todos abatidos por ela, vide a Revolução Francesa e a picaretada que Trotsky tomou nas costas a mando de Stalin.
marreta..não foi wesley que enviou a matéria para a adriana, fui eu..hehehe
..o wesley é super bem intencionado, senão nem estaria perdendo (ou seria investindo ???
) meu tempo c/ ele..ele me lembra a época em que eu acreditava nestes canalhas tds.
..em aquecimento global,em duendes, em hugo chaves..em fadinhas..ahahahahahaha
Beth, gostei do texto do Olavo de Carvalho que você enviou. Um grande abraço do Weslei.
tá vendo ???????
o olavo serve para tudo..até para promover a paz. entre nós. !!!!
mas que belo artigo, não é ???????? vc viu..caiu feito uma luva..
o prof olavo é tuuuuuuuudo !!!!
imagine ele c/ um programa na tv igual ao q. o glenn beck tem na foxnews..ele derrubaria esta canalhada em 1 mes..
não tem ninguem que saiba mais do pt do q.ele , pois ele estuda esta raça maldita de comunistas não éde hoje..
um gde abç p/ vc tb…
O Olavo mencionou um aspecto essencial da comunicação. Se levo uma vaca para pastar e digo para alguém que se trata do meu cachorro, o interlocutor, quando muito, me julgará louco. No entanto, na maioria das vezes, e principalmente quando o objetivo for viciado, a pessoa não tem a oportunidade de confrontar o fato e o nomem juris a ele relacionado e, nesse caso, como bem assinala o Olavo, a linha do pensamento já nasce distorcida. Cada palavra tem um peso específico. O que é mais grave, mentir ou faltar com a verdade, furtar ou desviar dinheiro público, assassinar ou tirar a vida, sexo sem consentimento ou estupro, exploração comercial ou merchandising? São inúmeros os exemplos.
A loira, cansada de ser chamada de burra, pintou os cabelos de preto, para ver no que dava. Sai um passeio no seu carro conversível e, passando numa estrada vicinal, viu uma cena campestre muito bonita, várias ovelhas pastando. Parou o carro, chegou-se para o pastor e perguntou:
- Meu amigo, se eu advinhar quantas ovelhas o sr. tem no campo, o sr. me daria uma?
O pastor respondeu: – Claro!
Ela tascou: – Tem 286…
O pastor: – Muito bem. Na mosca. Pode escolher sua ovelha…
Logo depois, o pastor corre até o carro e diz:
- Moça. Moça. Se eu advinhar a cor do seu cabelo, a sra. me devolve o cachorro?
Magu, fiquei encasquetado com sua piada, hehe!!
Bem, Wes
Vou tomar o ‘ficar encasquetado’ como pensar no desfecho.
O pastor concluiu que, se a mulher não soube distinguir um cachorro de uma ovelha, só poderia ser loira, de cabelo pintado.
Magu! Três prisioneiras de uma penitenciária de segurança máxima fugiram e imediatamente foi dado o alarme. Uma delas era morena, outra ruiva e uma loira. As três encontraram um galpão e cada qual resolveu entrar dentro de uns sacos vasios que lá estavam jogados. Os policiais, procurando nas redondezas, chegaram até o galpão e viram os três sacos encostados na parede. Um deles chegou num dos sacos e deu um chute. Imediatamente a morena começou a ganir como um cachorro e os colegas do agente pediram que ele deixasse o pobre animal dormir ali no saco. Em seguida, um outro agente chega num outro saco e dá um chute para ver o que continha. A ruiva, imitando gato, põe-se a fazer o maior berreiro. Mais uma vez, convencidos de que ali estava somente um animal dormindo, deixaram o suposto bicho em paz. Chegaram até o terceiro saco e um novo chute foi dado para ver o que tinha em seu interior. Repentinamente ouviram uma voz que gritava: “Batata, batata, batata”.
hahahaha, boa essa, Madeira.
Artigo no Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão