(Giulio Sanmartini) No sábado passado, escrevi sobre o ministro auxiliar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Joelson Dias, que ao julgar incoerente a representação contra o presidente Lula e a ministra Dilma Rousseff, por estarem praticando campanha eleitoral, desrespeitava o princípio básico da democracia:“Todos são iguais perante a lei”
Lamentavelmente não me enganei, pois Lula e Dilma, estimulados por esse achincalhante privilégio, tiraram a máscara da pouca vergonha e lançaram-se sem pejo à campanha eleitoral de forma voluptuosa e aberta, desrespeitando a lei como se eles fossem os donos de tudo no país.
Nessa semana, o presidente continuará a ser o cabo eleitoral da ministra/candidata nos dois redutos onde o oposicionista PSDB é mais forte, Minas e São Paulo.
Hoje visitará duas cidades mineiras: Teófilo Otoni e Governador Valadares. No primeiro município, presidente e candidata vão abrir um campus universitário. No outro, a dupla vai inaugurar obras do PAC.
Será a terceira visita de Lula e Dilma a Minas no intervalo de um mês e meio. O governador Aécio Neves (PSDB) decidiu não recepcioná-los.
Até aí, digamos, tudo bem, mas como diz “El Gaucho Martin Fierro” (herói épico da obra literária de Jose Hernández): “Não existe mal que na possa ser feito pior”, a dupla petista prova esse fato, pois na próxima quinta feira (11/2) voarão para o Estado governado pelo rival José Serra, o presidenciável da oposição.
Em São Paulo, a visita também se estenderá a duas cidades: Mirante do Paranapanema e Presidente Prudente.
São localidades onde o MST faz e acontece. Todavia o programa a ser seguido é no mínimo polêmico. Primeiro, a comitiva presidencial vai visitar uma usina de cana tocada pelo grupo Odebrecht. O MST diz que um pedaço da usina repousa sobre terras públicas. Defende a desapropriação. E não se conforma com a visita de Lula.
Depois, presidente e comitiva vão a um assentamento chamado Dona Carmen. Quem manda nesse aglomerado de lotes é o facinoroso José Rainha, um líder controverso. Já foi preso inúmeras vezes. Sob FHC, teve o acesso às arcas da Viúva vetado.
A confusão parece algo como uma orgia na Vila Mimosa, mas o pior é que essas extrapolações são pagas com o dinheiro do sacrificado contribuinte.
Seja o presidente, seja a ministra, dessa forma tornam-se “grandes exemplos” para os corruptos que tomaram de assalto o país.
(*) Fotomontagem: Lula e Dilma valendo-se do grande protetor Joelson Dias.
(*) Texto de apoio: Josias de Souza.






















É impressionante a sensação de impunidade que o molusco tem. Ele realmente acredita que nunca será punido por nada.
O pior é que eu começo a acreditar que não vai mesmo…
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Caro Julio Cezar !
Não será mesmo punido, pois quem o deveria fazer é de sua propria laia, ministros de confiança e colocados la por essa corja petralha/molusca
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Enquanto existir juíz que apóia o molusco e sua Dilminha…
Eles vão deitar e rolar nesse Brasil.
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Acho que sei porque o Aécio não os vai receber. Ele trabalha, tem mais o que fazer.
Sobre a visita ao assentamento: é comprensível… bandidos tem de se encontrar de vez em quando para deixar claro quem manda e onde manda. Cachorro também passeia e mija no poste para demarcar território.
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Tem toda razão o deputado federal José Aníbal, o governo que se finda agiu como um arrendatário de má fé: chegou a mercearia arrendada, vendeu o estoque que alí tinha, e devolveu o estabelecimento ao dono.
E se plantou algo, fez uma plantação de “época” e de uma colheita só, colheu tudo o que tinha para colher, e o pior vai deixar a terra “incultivavel” e o proximo agricultor tenha que fazer o preparo e correção da terra desde o principio para que se possa fazer um novo plantio.
Agora a duvida: sabendo isso tanto governo que se finda, quanto o postulante aliado, volto a comentar algo que a tempos atraz comentei; das duas uma:
- Ou se tem a certeza da derrota nas eleições, ou. . . na utópica vitória, vai ser mesmo um “laboratório de pesuisas” onde será: o que é meu é meu, o que é seu é meu tambem, e se sobrar migalhas dou aos meus pombos.
Dar perolas aos porcos, sei lá; mas dar migalhas aos “meus” pombos é . . . foda
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Achincalhante por achincalhante não vejo diferença de atitude se compararmos o Poste Dilma com outros postes. A começar pelo Governador de Minas e seu poste Anastasia. E por que não dizer de Serra e seu poste Aluísio? Ambos visitam obras em seus respectivos estados. O Serra faz propaganda até no Acre! O que a SABESP foi cheirar no Acre? Será que ficou impressionada com a quantidade de água que tem na Bacia Amazônica?
Sugiro a SABESP investir em saneamento básico em São Paulo!
Os pobres do Jardim Romano estão a 60 dias debaixo de água e a única ajuda que receberam foi da polícia do governador: um spray de pimenta! Picante não?
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Suas queridas cumpanheiras “administraram” São Paulo por muitos anos, pergunto, o que essas duas mulheres fizeram por São Paulo ?
Petralha, deixa de ser idiota e se manda deste blog, pois ele é para pessoas de vergonha na cara e não adptos moluscos/petralhas
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Veja esta JFranco.
A SABESP tem dois “braços” de atuar tal como a Petrobrás:
- tecnologia.
- produção.
Para SP a empresa atua por oçamentos, planejamento estratégico, metas.
Para BR a empresa está se apresentando com a tecnologia.
A Petrobrás leva tecnologia para outros sítios pelo mundo e implementa empreendimentos; a SABESP está indo pelo mesmo caminho.
A essência da sociedade brasileira é o capitalismo que banca a) promover a tecnologia; b) investir capital; c) com muita voia de desenvolver.
Na realidade o JFranco não atinou que no Jardim Romano aconteceu um “caso Haiti”. e que para resolver será necessário um plano radical ou seja fora das cogitações administrativas regulares. A área metropolitana após 45 dias de chuva ficou a saber de que as questões urbanas mudaram de patamar: novas concepções, novos direcionamentos de recursos, novos enfoques. A cidade de São paulo não é mais a mesma de dois meses atrás – foi mudada na marra.
O JFranco e sua patota petê (Lula incluso) não perceberam:
- extinto o socialismo 1991;
- globalização;
- fluxos gigantescos de capitais;
- crises mundiais aleatórias e sucessivas;
- democracia universalizada;
- sociedades adiantadas em relação ao Estado.
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Veja esta JFranco.
A SABESP tem dois “braços” de atuar tal como a Petrobrás:
- tecnologia.
- produção.
Para SP a empresa atua por orçamentos, planejamento estratégico, metas.
Para BR a empresa está se apresentando com a tecnologia.
A Petrobrás leva tecnologia para outros sítios pelo mundo e implementa empreendimentos; a SABESP está indo pelo mesmo caminho.
A essência da sociedade brasileira é o capitalismo que banca:
a) promover a tecnologia;
b) investir capital;
c) com muita voia de desenvolver.
Na realidade o JFranco não atinou que no Jardim Romano aconteceu um caso “Haiti”. e que para resolver será necessário um plano radical ou seja fora das cogitações administrativas regulares. A área metropolitana após 45 dias de chuva ficou a saber de que as questões urbanas mudaram de patamar e se farão necessários:
- novas concepções;
- novos direcionamentos de recursos;
- novos enfoques.
A cidade de São Paulo não é mais a mesma de dois meses atrás – foi mudada na marra.
O JFranco e sua patota petê (Lula incluso) não perceberam:
- extinto o s-o-c-i-a-l-i-s-m-o 1991;
- globalização;
- fluxos gigantescos de capitais;
- crises mundiais aleatórias e sucessivas;
- democracia universalizada;
- sociedades adiantadas em relação ao Estado.
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Quando hover juizes honrando as calças que vestem, teremos justiça realmente
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