As brigas dos bastidores que vazam constantemente das hostes governistas começam a ser como fogo de morro acima e água de morro abaixo, que ninguém segura.
As alianças e as sucessões estão totalmente sem coordenação. Na mais alta, a da presidência da República, Dilma revela ser desagregadora, no momento em que se precisa mais daquela força que se obtém somente com uma forte união. Não é por falta de instrução ou por boçalidade, que a ministra se transformou mais num estorvo que num desembaraço, mas é por pura índole controversa, portanto por mais queira se mascarar não consegue e não conseguirá mudar. Seria algo como tentar substituir uma sidra Cereser, por um champagne Don Pérignon.
Ela, Dilma, é a responsável pelas desavenças que estão se alastrando no próprio PT e nos partidos aliados. Os ponteiros do relógio que marca a hora da verdade começaram e se movimentar irreversivelmente, os descompassos estão de uma forma que fica difícil fazer alguma previsão. A grande vantagem que o presidente e a ministra estão usando é a chave dos cofre públicos, mas só isso não dá para vencer uma eleição, mesmo que se queira fazê-la plebiscitária, com a ilusão que dessa forma Lula conseguirá no papo transferir parte de seu índice de aceitação, mas não conseguirá, haja vista que nã se transfere carisma e é aí que mora o erro. Quem viver verá.























Deus me livre Giulio, mas você está comparando a Dilmona com a sidra e o Sapo da Silva com Don Pérignon?
Deu lustro demais ao sapo, mas para mim a Dilmona é aluá ( refresco de casca de abacaxi fermentado) e o Sapo é a sidra – no MÁXIMO!!!!!
Éca!!!!!!!
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Prezado Giulio
Corretissimo seu comentário, pois a o ditado que diz “pau que nasce torto morre torto” e ainda um mais adequado ainda “se torce o cipó enquanto é verde”, são mais que adequados para a situação.
E isso são ditados que a gente com certa idade já tem a prova, pois as vezes nos vemos agindo de certa forma que para a gente mesmo é errada, então pensamos: vou mudar, nos policiamos daí para frente; e quando menos esperamos estamos a fazer o que nos propunhamos a não fazer mais, e o pior é que o ato se fez involuntariamente.
Vale dizer então que a candidata nasceu “minhoca” e jamais será uma “cobra”.
Mas o que mais me preocupa é que a canditada tem um temperamento e um “ideal” totalmente diferente do presidente em exercicio, que se “moldou” para que conseguisse a maior quantidade de seguidores, mas vejo que no caso da canditada numa utópica vitoria dará as costas a todos e assim procederá: quem manda agora sou eu e “pau” pra todo mundo, e usará o poder como laboratorio de pesquisas, mesmo sabendo que o experimento já foi testado e se mostrou indficaz; aí que mora o grande perigo.
Apesar que não precisamos torcer muito para sua derrota, mas. . . o ser que respira é um ser vivo, então. . .quem viver verá.
Mas minhoca entrando na toca de cobra é. . . foda
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Caro Lutero,
essa historinha da minhoca querendo ser cobra eu não quero ler de jeito nenhum, ainda mais se ella cisma de querer fazer o próprio governo – a criatura traindo o criador…
Isso seria interessante se fosse em livro de ficção ou filme mesmo, mas ao vivo eu não quero presenciar não – livrai-nos desse mal, amém!!!!!!!!
Nem de brincadeira!!
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ué, mudei o nome sem querer, mas voltei ao sempre usado, mas sou o memo.
Abraços a galera
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