(Giulio Sanmartini) A candidata Dilma Rousseff mente com tal primarismo que suas gazopas não chegam a ter pernas curtas, elas não andam por nascerem pernetas.
O carro chefe do que deveriam ser sua grande obra para abalizá-la a ser presidente da República, foi o PAC
Lançado com uma grande solenidade em janeiro de 2007, o governo tinha como horizonte apenas o ano de 2010, fim do mandato de Luiz Inácio Lula da Silva. A previsão era gastar R$ 503,9 bilhões em obras no setor de logística, energia e nas áreas social e urbana. Em fevereiro de 2009, ao completar dois anos, o governo turbinou o programa com R$ 142,1 bilhões de novos investimentos até 2010. Além disso, foram computados mais R$ 502,2 bilhões para depois da gestão Lula.
Nesse dia 31 de janeiro, a ministra/candidata numa entrevista radiofônica afirmou: “Conseguiremos realizar os grandes projetos para o Brasil crescer quando se olhar no futuro para analisar esse período do PAC, e vamos parar com essa mania de que o PAC não existe, de que ele vai acabar, vamos ver que ele modificou as condições de se investir no Brasil. Houve um salto qualitativo.”
Todavia apresentou tão somente, valores à disposição para serem gastos, de papável nada foi dito. Tenta explicar esse engodo uma assessora da ministra: “Consideramos que o critério de valor seja mais adequado para calcular o percentual de conclusão de obras, pois o PAC é composto de um número muito grande de obras com dimensões muito diferenciadas. Esse fato provoca distorções”.
A realidade transmitida pela ONG Contas Abertas é muito diferente do apresentado pela ministra. Com obras espalhadas por vários municípios e cujos valores vão de poucos milhões até bilhões de reais, o PAC ainda está longe de concluir metade do que se propôs. Das 12.520 obras do programa em todo o País, apenas 1.229 estavam concluídas, o que representa 9,8% do total. O montante inclui os programas de habitação e saneamento, que formam sua grande maioria.
Do total, as obras que sequer saíram do papel – em contratação, em ação preparatória ou licitação – chegam a 62% do total.
Até o próprio Lula faz suas críticas à morosidade no andamento de obras, declarando que isso faz com que o Brasil fique conhecido como “o país das obras não concluídas”.
(*) Texto de apoio: Leila Coimbra e Ranier Bragon
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Sem falar, é claro, de ser um factóide eleitoreiro, visando turbinar a candidatura da ministra que sempre é pega na mentira, apesar do TSE dizer que não fazem campanha antecipada. Como o PAC, o TSE é também apenas um projeto mal concluído, podendo também ser chamado de Tribunal Seletivo Eleitoral, dada a discrepãncia de suas decisões, conforme sejam os réus prefeitos, governadores ou presidente e ministros de estado.
Conquistador acertou na veia.
Tribunal Seletivo Eleitoral é do cacete…
Magu, a bem da verdade, esse título (ao eleitoral, desculpe o trocadilho) foi dado por um articulista da Folha, se não estou enganado. Mas é mesmo do cacete.
Falando em pernetas o bicho pega; enquanto o sací dá um assovio Dilma assassina a verdade e Bilac com um discurso.
Imagino ainda o fanatismo religioso dos mártires de Alah, costumam amputar as mãos dos ladrões, o cara fica maneta. Daí para paradigmatizar, hehe, uma contra ofensiva para punir a petralhada teríamos um país de punhetas.
Paradigmatizei ou não?
Opa ??? Se amputarem as mãos ela fica MUDA !!
Dona da verdade fala até com a …..a , ja que ela tem certeza de que NOS SOMOS IDIOTAS !!!
NÃO HÁ MENTIRA NO QUE A MINISTRA DISSE!!!!
O próprio contas abertas reconhece!
O discurso sobre as obras futuras é compatível com o CURRÍCULUM da fulana. Tem mestrado futuro, tem doutoramento futuro (será??). Até teria uma delicadeza futura, depois de uns trinta anos de treinamento.
Se o país fosse sério, teria um monte de condenações futuras (antes mesmo de uma humilhante derrota eleitoral), um estágio futuro entre grades.