(Chico Bruno) Ao achar que pode tudo, o presidente Lula colocou o PT a reboque
dos demais partidos que compõe a sua coalizão.
Com as exceções do Acre, onde quem manda no PT é o clã dos Viana, e no Rio Grande do Sul, onde é pacifica a candidatura ao governo de Tarso Genro, nos demais estados o PT se contorce.
Quem viu o PT e quem vê não acredita no que está vendo.
O Partido dos Trabalhadores sofre com intenso fogo amigo disparado por aliados.
No Amazonas, o PT, que sempre foi coadjuvante, não sabe o que fazer, haja vista que os dois principais aliados de Lula no estado estão em conflito.
O acordo para o governador Eduardo Braga (PMDB) apoiar a candidatura do ministro Alfredo Nascimento (PR) ao governo estadual ruiu com a decisão de Braga de apoiar a candidatura do vice Omar Aziz (PP) ao governo.
No meio do tiroteio entre os dois caciques, o PT não sabe de qual lado ficar.
O mesmo acontece no Amapá, onde a ala que domina o PT aguarda as ordens de Sarney para saber quem deverá apoiar para o governo do estado.
No Pará, o PT continua a reboque de Jader Barbalho (PMDB). Aguarda o rumo que tomará o PMDB para avaliar o que fazer.
Em Pernambuco e no Ceará, os petistas estão a reboque do PSB dos governadores Eduardo Campos (PE) e Cid Gomes (CE), apesar de administrar Recife (desde 2000) e Fortaleza (desde 2004).
Em São Paulo e Minas Gerais, os petistas batem cabeça simplesmente porque não têm sequer um mínimo de consenso para escolher seu candidato a governador.
A história se repete nos principais colégios eleitorais do país, com o PT a reboque das decisões dos aliados.
Alguns petistas, costumam dizer “em off” que o culpado disso tudo que está acontecendo com o PT é Lula.
É que do alto de sua aprovação, Lula não só criou a candidatura que quis e a vinculou a um projeto pessoal.
Pela sua candidata, Lula aceita tudo. O caso baiano é emblemático.
Jaques Wagner (PT) vai disputar a reeleição concorrendo com o ministro Geddel Vieira Lima (PMDB).
Lula faz qualquer negócio para dar a Dilma o maior tempo de TV possível, daí estar sacrificando Wagner para não criar uma aresta com o PMDB.
A situação baiana é tão desconfortável para Wagner, que Geddel se aproveita disso para declarar em entrevista a Leandro Mazzini no Jornal do Brasil:
- Que na Bahia pode se repetir o que já ocorreu no passado no Pará, em Pernambuco: palanques duplos onde a divergência estadual seja explicitada, mas que o apoio nacional seja público. Essa é a posição que tenho defendido e é nessa linha que estou trabalhando. Essa linha só não se realizaria se o PT dissesse que não quer que não deseja nosso apoio, que nos hostiliza. Vou trabalhar até o meu limite nessa direção.
Ora, bolas! Nessa declaração, Geddel mostra que está confortável e joga para cima do PT a responsabilidade do palanque duplo para Dilma.
Pelo expresso nestas mal traçadas linhas, o PT, apesar dos dois mandatos de Lula, sairá desta campanha eleitoral bem menor do que quando entrou na disputa presidencial de 2002.






















Adriana, só para lembrar, hoje faltam 10 meses e 27 dias para o Lula, vazar, sumir, “ralá peito”, se escafeder, virar o ninja, dar no pé, e qualquer outra denominação que indique que ele vai sair e levar consigo seu circo das abominações.
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Lulão tem 81%.
O povão, povaréu, a plebe ignara, desdentados, murchos gostam dele assim, falando palavrão, nada de light ou sugar, gostam mesmo é do boquirroto; ” Na primeira pregada emprenhei a galega”, ‘Vou é tirar o povo da merda”.
É nosso Bafo de Bode de Garanhuns.
Dou um doce pra quem se lembrar da primeira frase de Bafo de Bode quando viu Tieta do Agreste chegar na cidade.
Hehe
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É isso, Marreta. Democracia sem escola é um veneno letal.
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Ao Censura deste blog, estou gritando mésmo !!!
O PT E ASSIM MESMO: NÃO DEM PALPITES QUE SEI ERRAR SOZINHO !!
PS.
Política tambem tem que ter EDUCAÇÃO E ESCOLARIDADE, tai a prova, nem tem classe para roubar com decência !!!
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