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13 de janeiro de 2010 às 12:35 hs.

Eita que a coisa agora tá ficando boa! Marina culpa Dilma por polêmica sobre plano

marinasilva2Marina Silva, senadora, ex-petista e candidata à presidente, afirmou que os conflitos entre ministérios sobre o PNDH provam a falta de coerência do governo e responsabilizou a Casa Civil, de Dilma, sua virtual adversária em 2010, pelos erros no processo. “A Casa Civil passar por cima de uma coisa assim [divergências] e levar para o presidente assinar, em um tema tão polêmico”, disse.

A senadora é favorável à comissão da verdade, mas acha que a decisão sobre uma revisão da Lei da Anistia cabe apenas ao Judiciário. Marina disse ser pessoalmente contrária à descriminalização do aborto, ela defende um referendo popular sobre o tema.

Ô gente que gosta de referendo, plebiscito, comissão e o diabo a quatro. Que coisa, hein?

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11 Respostas para “Eita que a coisa agora tá ficando boa! Marina culpa Dilma por polêmica sobre plano”

  1. Marraio disse:

    Bem Adriana,
    Esse tema do aborto é polemico, explosivo e cheio de hipocritas dando palpite. Uma consulta – referendo ou sei la o que – popular fosse talvez uma solução pra acabar com essa coisa.
    Se deixar a turma do “livro preto” meter o bedelho, seremos obrigados a casar virgens.
    Já pensou se o Lula, ou pior, o Tarso Genro estuprasse uma mulher e essa não puder abortar?
    O ideal seria que o congresso decidisse.


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    • Mas vc acha q um povo q elege e reelege tantos ladrões declarados, q ainda troca seu voto por uma dentadura, possui maturidade para decidir com consciência, a prática do aborto? Qual a estrutura tem o sistema de saúde pública no Brasil para garantir q o aborto ñ seja transformado em uma pílula do dia seguinte?
      É para se pensar. O problema da saúde pública, no meu entender, ñ é a prática de aborto clandestinol, mas antes disse, está desinformação q leva a tantas e tantas gestações indesejadas.


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  2. jayme guedes disse:

    Adriana, eu sempre achei que a imprensa falha quando cai de pau no corrupto, silenciando em relação ao jumento que o elegeu. Nunca iremos melhorar a qualidade do voto enquanto a imprensa, não só a escrita mas, principalmente a falada, não expuser a responsabilidade do jumento, Da forma como agem os nossos meios de comunicação é como se o candidato estivesse em perfeitas condições de consumo na hora da eleição e só depois de eleito é que tivesse apodrecido. Não é por outra razão que invariavelmente bato preferencialmente no eleitor desde que aqui pisei pela primeira vez. Acalento o sonho senil de ver o voto secreto substituído pelo voto que vincula eleitor e eleito numa relação de fiador e afiançado. No dia seguinte não haveria no Brasil nenhum corrupto vivo, seja por ausência de corrupção seja por linchamento por parte dos fiadores do eleito que encheu a cueca.


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  3. Marreta disse:

    Estou mais calejado que cu-de-macaco com discurso de político e mais ainda com eleitor burro. Os poderes da república vivem uma gigantesca suruba.
    Não existe mais compromisso com a ética e a moral,os discursos são feitos por marqueteiros, está tudo maquiado e qualquer desgraça que se imaginar, é menor que a seguinte.
    É preciso um freio de arrumação; nunca o Brasil precisou tanto de homens, essa escória que está aí e a que vai vir não vai mudar nada.
    É só discurso.


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    • Calvin disse:

      Olá Marreta. Há quanto tempo, meu!
      Digamos numa figuração que…
      “um gostoso bife carnudo na frigideira leva óleo, alho, cebola, sal, tomate, pimentinha, verdinhos, coentro”…

      continuando na figuração…
      “se o P&P fosse um saboroso bifão bem passado”…

      ainda na figuração…
      “os comentários do Marreta seriam um dos temperos”. (rarará rarará)


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      • Marreta disse:

        Mâs, e pimenta não é tempero? judia mas é.


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        • Marc Aubert disse:

          Pimenta não é tempero, é condimento.
          Quanto a esquerdalha gostar de plebiscito, por que a Suiça, minha 2ª patria, que a 1ª é Pindorama (eita, demagogia barata) não resolve nada sem consulta popular? é o tempo todo; ainda bem que não é feriado e nem no domingo. São umas 6 a 8 todo ano.


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          • Marreta disse:

            Marc, se fosse passaporte meu primeiro nome seria Pimenta. Sorry.
            Essa história de plebiscito me lembra do Amaral Neto, ele queria a pena de morte aprovada por um.
            Confessou que abandonou a bandeira quando um eleitor lhe mandou a minuta do texto da lei.
            “Artigo Primeiro: seja estabelecida a pena de morte no Brasil.
            Artigo Segundo: execute-se o deputado Amaral Neto.
            Artigo Terceiro: revoga-se a pena de morte no Brasil.
            Isso sem considerar que uma vaca suíça ganha mais incentivo do governo do que ganha um assalariado no Brasil; moral, uma vaca daquelas plagas vale mais que um torneiro mecânico. Hoje aquele torneiro ganha mais que mil vacas, sem peidar.
            Haja plebiscito!


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  4. o.magu.sp disse:

    A Dedé não esclareceu o tipo de comissão (em negrito, no texto do post) que eles gostam, apesar de nós sabermos qual é.


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