Marina Silva, senadora, ex-petista e candidata à presidente, afirmou que os conflitos entre ministérios sobre o PNDH provam a falta de coerência do governo e responsabilizou a Casa Civil, de Dilma, sua virtual adversária em 2010, pelos erros no processo. “A Casa Civil passar por cima de uma coisa assim [divergências] e levar para o presidente assinar, em um tema tão polêmico”, disse.
A senadora é favorável à comissão da verdade, mas acha que a decisão sobre uma revisão da Lei da Anistia cabe apenas ao Judiciário. Marina disse ser pessoalmente contrária à descriminalização do aborto, ela defende um referendo popular sobre o tema.
Ô gente que gosta de referendo, plebiscito, comissão e o diabo a quatro. Que coisa, hein?






















Bem Adriana,
Esse tema do aborto é polemico, explosivo e cheio de hipocritas dando palpite. Uma consulta – referendo ou sei la o que – popular fosse talvez uma solução pra acabar com essa coisa.
Se deixar a turma do “livro preto” meter o bedelho, seremos obrigados a casar virgens.
Já pensou se o Lula, ou pior, o Tarso Genro estuprasse uma mulher e essa não puder abortar?
O ideal seria que o congresso decidisse.
Denuncie se este comentário for inapropriado
Mas vc acha q um povo q elege e reelege tantos ladrões declarados, q ainda troca seu voto por uma dentadura, possui maturidade para decidir com consciência, a prática do aborto? Qual a estrutura tem o sistema de saúde pública no Brasil para garantir q o aborto ñ seja transformado em uma pílula do dia seguinte?
É para se pensar. O problema da saúde pública, no meu entender, ñ é a prática de aborto clandestinol, mas antes disse, está desinformação q leva a tantas e tantas gestações indesejadas.
Denuncie se este comentário for inapropriado
Tens razão! Pebliscito é para paises com população de maior discernimento.
Lembro aquele sobre parlamentarismo, monarquia ou presidencialismo. Que perda de tempo.
ESQUEÇA!
Denuncie se este comentário for inapropriado
Adriana, vc tem razão. O governo quer seguir modelos comunistas. Me lembro de uma história de uma amiga de projeto, uma venezuelana nos contou, que conheceu duas cubanas, e conversa vai conversa vem, as cubanas perguntaram pra venezuelana; Quantos abortos vc tem? A menina que disse ter na época 19 anos ficou chocada. Como qtos abortos eu tenho? E disse que as cubanas já tiveram alguns. É isso mesmo, se deixar a coisa vira pilula.
Denuncie se este comentário for inapropriado
Adriana, eu sempre achei que a imprensa falha quando cai de pau no corrupto, silenciando em relação ao jumento que o elegeu. Nunca iremos melhorar a qualidade do voto enquanto a imprensa, não só a escrita mas, principalmente a falada, não expuser a responsabilidade do jumento, Da forma como agem os nossos meios de comunicação é como se o candidato estivesse em perfeitas condições de consumo na hora da eleição e só depois de eleito é que tivesse apodrecido. Não é por outra razão que invariavelmente bato preferencialmente no eleitor desde que aqui pisei pela primeira vez. Acalento o sonho senil de ver o voto secreto substituído pelo voto que vincula eleitor e eleito numa relação de fiador e afiançado. No dia seguinte não haveria no Brasil nenhum corrupto vivo, seja por ausência de corrupção seja por linchamento por parte dos fiadores do eleito que encheu a cueca.
Denuncie se este comentário for inapropriado
Estou mais calejado que cu-de-macaco com discurso de político e mais ainda com eleitor burro. Os poderes da república vivem uma gigantesca suruba.
Não existe mais compromisso com a ética e a moral,os discursos são feitos por marqueteiros, está tudo maquiado e qualquer desgraça que se imaginar, é menor que a seguinte.
É preciso um freio de arrumação; nunca o Brasil precisou tanto de homens, essa escória que está aí e a que vai vir não vai mudar nada.
É só discurso.
Denuncie se este comentário for inapropriado
Olá Marreta. Há quanto tempo, meu!
Digamos numa figuração que…
“um gostoso bife carnudo na frigideira leva óleo, alho, cebola, sal, tomate, pimentinha, verdinhos, coentro”…
continuando na figuração…
“se o P&P fosse um saboroso bifão bem passado”…
ainda na figuração…
“os comentários do Marreta seriam um dos temperos”. (rarará rarará)
Denuncie se este comentário for inapropriado
Mâs, e pimenta não é tempero? judia mas é.
Denuncie se este comentário for inapropriado
Pimenta não é tempero, é condimento.
Quanto a esquerdalha gostar de plebiscito, por que a Suiça, minha 2ª patria, que a 1ª é Pindorama (eita, demagogia barata) não resolve nada sem consulta popular? é o tempo todo; ainda bem que não é feriado e nem no domingo. São umas 6 a 8 todo ano.
Denuncie se este comentário for inapropriado
Marc, se fosse passaporte meu primeiro nome seria Pimenta. Sorry.
Essa história de plebiscito me lembra do Amaral Neto, ele queria a pena de morte aprovada por um.
Confessou que abandonou a bandeira quando um eleitor lhe mandou a minuta do texto da lei.
“Artigo Primeiro: seja estabelecida a pena de morte no Brasil.
Artigo Segundo: execute-se o deputado Amaral Neto.
Artigo Terceiro: revoga-se a pena de morte no Brasil.
Isso sem considerar que uma vaca suíça ganha mais incentivo do governo do que ganha um assalariado no Brasil; moral, uma vaca daquelas plagas vale mais que um torneiro mecânico. Hoje aquele torneiro ganha mais que mil vacas, sem peidar.
Haja plebiscito!
Denuncie se este comentário for inapropriado
A Dedé não esclareceu o tipo de comissão (em negrito, no texto do post) que eles gostam, apesar de nós sabermos qual é.
Denuncie se este comentário for inapropriado