(Giulio Sanmartini) A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) como a entidade máxima de representação dos advogados brasileiros, não pode de forma alguma ser parcial, mas o seu presidente nacional Cezar Brito (foto) o está sendo ao criticar o descaso do ministro Nelson Jobim (Defesa) e de comandantes militares sobre a criação da Comissão da Verdade, prevista no Programa Nacional de Direitos Humanos. O motivo causou divergências entre os ministros Jobim e Paulo Vannuchi (Direitos Humanos), responsável pela elaboração do projeto. Para Jobim e para os militares, a comissão especial teria o objetivo de revogar a Lei de Anistia de 1979. Para Britto, “Anistia não é amnésia” e o Brasil “não pode se acovardar e querer esconder a verdade”. Segundo o presidente da OAB, “o direito à verdade não pode ser revogado por pressões ocultas ou daqueles que estão comprometidos com o passado que não se quer ver revelado”.
Ele quer que o programa funcione só contra o lado dos militares, o outro lado dos militantes clandestinos, assaltantes de bancos, de residências, terroristas, restará o direito a polpudas indenizações.
Pelo que mostra o presidente da OAB pretende que a lei da anistia seja somente dada os esquerdistas que participaram da luta armada contra o regime vigente na época. Estes não eram criminosos, como é o caso de atual ministra Chefe da Casa Civil e candidata oficial à sucessão presidencial Dilma Rousseff. Que disse: ”muitas vezes as pessoas eram perseguidas e mortas… e presas por crime de opinião e de organização, não necessariamente por ações armadas. O meu caso não é de ação armada. O meu caso foi de crime de organização e de opinião”.
Presos e condenados por crime de opinião foram o historiador Caio Prado Júnior e o deputado Chico Pinto, Dilma Rousseff militou em duas organizações que, programaticamente, defendiam a luta armada para instalar um “Governo Popular Revolucionário” (Colina, abril de 1968) ou um “Governo Revolucionário dos Trabalhadores, expressão da Ditadura do Proletariado” (VAR-Palmares, setembro de 1969). Dilma nega que tenha participado de ações armadas, ou mesmo planejado assaltos. Até hoje não pareceu um mísero fato que a desminta, mas o Colina, que ela ajudou a organizar, matou um major alemão pensando que fosse um oficial boliviano e assaltou pelo menos três bancos.
E aí “doutor” Cezar, como é que fica?
Tendo a classe um representante dessa espécie não causa surpresa a péssima qualidade profissional e moral de um grande número de causídicos brasileiros.






















A porcada magra da zesquerda estão se refestelando em suas anárquicas e pútridas concepções criminosas. Unzinho da zesquerda aqui da terrinha da canícula brilhante ficou preso quase dez anos. Ficou preso porque atirou na barriga de um inocente que estava no Banco que assaltava. Além de roubar, atirar, ele espancou vários.
Virou um desses barbichinhas do PT, uma figura bizarra, mas que ganhou uma polpuda remuneração por ter sofrido na ditamole. Se tivessemos uma ditadura ele teria ido ao paredón, como o maior fazendeiro de humanos ,Fidel Castro fez com milhares que ousaram contestar suas parlapatices.
Por que não criam uma Comissão da Verdade, pra desmentir essa farra de obras mal começadas e já inauguradas?
Isto aí, é mais um golpe para as indenizações milionárias, onde o advogado do PT, tirará mais leitinho das tetas!
até tu Brutus? Mas que m.e.r.d.a, cara!!!!!!!!!!!!!!!!
Eu não vi (alguém viu?) esse cidadão se posicionar contra os crimes cometidos na questão do mensalão.
Como é que fica?