(Giulio Sanmartini) Na farta manjedoura que o PT montou no país para fartar-se nas tetas dos cofres públicos, em São Paulo tem vaca desconhecendo o próprio bezerro.
O mesmo ímpeto que o presidente Luiz Inácio usa contra os adversários, o está usando agora para fazer duras críticas à sua criação, o PT.
Nessa segunda-feira passada disse a um grupo de jornalistas: “O PT cometeu um erro histórico de não repetir candidato em São Paulo. Precisa ter noção que, antigamente, 30% ganhava eleição quando não tinha segundo turno. Isso aconteceu com Luiza Erundina em 1988. Mas como hoje você precisa de 50% mais 1%, o PT precisa perceber que precisa de aliado. Deve procurar os outros 20%, que não está dentro do PT. A palavra é aliança política. O PT precisa descobrir partidos, personalidades, deveria procurar um Zé Alencar. Só faz aliança pela esquerda. É a soma do zero com o zero, não acrescenta nenhum segmento novo. Precisa procurar gente de fora. Não sei se é partido, não sei se são figuras políticas. Eu mais que ninguém tenho mais noção do benefício que o Alencar trouxe. Ele quebrou preconceitos. O PT precisa encontrar sua cara metade”.
Certamente essa atitude de Lula se deve às fracas possibilidades que partido tem no maior colégio eleitoral do país. De acordo com pesquisa Datafolha divulgada hoje e realizada entre os dias 14 e 18 de dezembro, tanto o ex-governador Geraldo Alckmin (foto) quanto o atual, José Serra, ambos do PSDB, venceriam no primeiro turno a eleição para o governo do Estado de São Paulo, se a eleição fosse hoje.
Alckmin, mais provável candidato da sigla, tem 50% ou mais em todos os cenários em que aparece. Serra possui 44% numa simulação e 55% em outra.
Os prováveis candidatos apoiados pelo presidente Lula têm desempenho bem abaixo dos tucanos. Entre os petistas, a ex-prefeita Marta Suplicy, com 14% ou 19%, é a mais bem colocada. Ciro Gomes (PSB) tem 14% ou 16%. Ou seja, na versão da ópera em português, hoje o PT não teria nem chances para um segundo turno.
(*) Texto de apoio: Márcio Falcão






















Lula é um sindicalista de resultados. Isto explica sua popularidade e tambéma baixa moral a que chegou nossa política. Tem cumpanhêru roubando adoidado por aí e todos têm o aval do apedeuta. Para ganhar a eleição val tudo.
Denuncie se este comentário for inapropriado
O Lula engrupe os petês quando quer e do modo que quer e na medida que quer.
Os petês são desprezíveis por causa da submissão rasteira à desfaçatez do Lula.
Em 2001 o Lula com Alencar na mochila se fazia LulaGrrr para revirar tudo de FHC.
Em jun/2002 se transfigurou LulaMéé de sair do encurralamnento feito pelo mercado.
Em 2005/06 surgiu o Lula-inseto para se livrar das linhas de tiro.
Em 2007 surgiu o Lula cafetão da Dilma/2010.
Em 2009 está aí posto o Lula-trapalhão com tantos rolos irresolvidos.
O Lula fala pros petês: “… Não sei se é partido, não sei se são figuras políticas…”
Evidente que Lula não sabe nada! O roteiro empírico do Lula não segue método hipótese-experimentação-verificação-retroação. Com Lula tudo é no tranco e para a direção que der e no sentido que acontecer. Nessa improvisação continuada pro Lula ainda tem significado dizer “os fins justificam os meios”.
Só que o pragmatismo moderno está dado no planejamento estratégico.
Na política nacional somente o PSDB se aplica em levar tudo de modo pragmático.
Denuncie se este comentário for inapropriado