(Giulio Sanmartini) O incompetente e parcial ministro da Justiça, Tarso Genro, criou uma crise diplomática entre o Brasil e a Itália. Ele foi responsável por uma decisão que envenenou as relações entre esses dois paises. O presidente da Itália, Giorgio Napolitano (foto), enviou uma carta a Luiz Inácio Lula da Silva, na qual expressa ao colega brasileiro suas “queixas” e seu “estupor” pela decisão do Ministério da Justiça do Brasil de conceder o status de refugiado político ao ex-terrorista Cesare Battisti.
Segundo um comunicado da Presidência italiana, na mensagem, Napolitano explica a Lula “as garantias” do ordenamento constitucional e jurídico italiano em relação aos “responsáveis por crimes de terrorismo”. Além disso, na carta, o presidente italiano faz-se porta-voz da “comoção e da compreensível reação que teve no país e entre as forças políticas a grave decisão” do ministro da Justiça brasileiro, Tarso Genro.
Mas Genro, teimoso e inconseqüente como todo o sectário, ignora a realidade e continua batendo na mesma tecla ao dizer (17/12) que o governo italiano apostou numa “jogada política” para tentar constranger o presidente Lula a extraditar o ex-ativista italiano Cesare Battisti, mas afirmou não haver mudança no julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF). Lula deve manter Battisti no Brasil por “razões humanitárias”, sob o argumento de que na Itália ele sofrerá “perseguição política”.
Sem esconder a contrariedade com a insistência do governo do primeiro-ministro Silvio Berlusconi na extradição, Tarso adotou tom duro e mal educado. “O Supremo não é loja de conveniência para atender a interesses políticos.”
Mostra com é realmente a situação Luiz Carlos Azedo: “O acórdão do Supremo Tribunal Federal sobre o pedido de extradição do ex-terrorista italiano Cesare Battisti é um xadrez jurídico. Subordina a decisão do presidente Lula ao tratado assinado entre Brasil e Itália sobre o assunto. Para negar a extradição, é preciso provar que Battisti é vítima de atos de perseguição e discriminação por opinião política. Condenado por quatro homicídios em plena vigência do regime democrático, o italiano teve a sentença confirmada na França, na Corte Europeia de Direitos Humanos e na Justiça brasileira. Pode até ficar no Brasil, mas será em cana.”
Espera-se que o presidente Lula tenha a coragem de agir conforme a lei e não com a politicagem de Tarso Genro.
(*) Texto de apoio: Vera Rosa.
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Alguém precisa informar ao presidente da Itália que Battisti é cumpanhero de Ali-Lulá.
Por que quase todo o mundo, inclusive o Giulio, alivia para o lado do energúmeno?
Todo e qualquer petista que desfruta das benesses do governo petralha, inclusive o Tarso genro, não dá um pum sem a expressa ordem, ou consentimento, do ladrão-mor.
O STF come na mão do Ali-Lulá, e bem assim, o Senado, a Câmara, o Paulo Henrique Amorim, a Carta Menor, aquele imbecil do Azenha, o Bispo Macedo, etc, etc, etc.
Tarso Genro é candidato forte ao governo do RS,o estado (meu) que se diz o mais politizado do pais vota no atrazo novamente,isso é ser politizado ou ser burro?
José
Ficamos com a segunda hipótese
Desde quando o bagre ensaboado do Genro teve capacidade moral e intelectual para ser Ministro da Justiça? É o Brasil, em termos de governo, andando para trás. Esse desgoverno está à beira do precipício, só falta dar um passo a frente e, citando as palavras do presimente, estamos todos na m.e.r.d.a.