Por Plínio Zabeu
Quanto vale ser conhecido no mundo todo? Qual será o custo ou o envolvimento de tanta gente para chegar ao objetivo? Certamente muitos fatores influem, fatores que vão desde o dispêndio financeiro até as inevitáveis conseqüências.
Vejamos o presidente brasileiro. Desde que decidiu pelo seu objetivo – o prestígio – colocou em prática todas as medidas possíveis, sem atentar para conseqüências. De simples operário – função que exerceu por muito pouco tempo – passou a líder sindical, ajudou fundar um partido e finalmente se tornou um político profissional até chegar ao posto máximo. Lá chegando, mostrou espetacular habilidade. Começou por dar uma verdadeira “banana” aos seus ideólogos partidários, buscando na oposição alguém de alto gabarito para o Banco Central, além de um competente ministro da economia. Foi sem dúvida uma decisão sábia para o país e, muito mais, para ele próprio. À herança bendita que recebeu do antecessor, deu o nome de “maldita”, mas teve a habilidade de mantê-la, retocando pontos que lhe conferiria mais e mais prestígio particularmente com medidas assistencialistas. Com muita esperteza e, por que não dizer sorte devido à total ausência de oposição, enfrentou os desmandos e a corrupção de seus aliados sempre sob o juramento do já tão famoso “eu não sabia”. Tanto que não foi atingido por eles.
Com os resultados obtidos foi reeleito. E agora? Certamente pensou que, se havia passado por cima de tudo o que fora mostrado, por que não perseguir um prestígio mundial? Quem sabe até a indicação para um prêmio Nobel? Não custava tentar. Afinal o custo financeiro seria não dele, mas nosso. E assim fez. Muito dinheiro foi gasto desde a aquisição de um avião de luxo até a formação de uma sensacional equipe de tradutores, passou a governar de qualquer ponto da terra. Contando superficialmente o tempo de suas intermináveis viagens, ficou pelo menos um ano e meio fora do país. E não para de fazer isso.
Alguns tropeços ele cometeu. Em Honduras, colocando nossa embaixada como abrigo de um presidente deposto, não por golpe mas por infringir a constituição. Um novo presidente foi legalmente eleito. Mas o Brasil declarou repulsa . Ao mesmo tempo recebia no Brasil um ditador genocida, briguento, preconceituoso, reeleito em seu país à custa de fraudes comprovadas. Logo em seguida ao lado da ministra da Alemanha, novamente firmou seu apoio ao iraniano exigindo que quem fosse contra as armas nucleares dele, que destruísse as suas.
Criou com isto um sério problema que agora terá que resolver, voltando atrás em suas posições. Certamente conseguirá, pois capacidade para dizer e desdizer nunca lhe faltou.
(*) Foto: Com Manoel Zelaya, mas um equívoco do presidente Lula.
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infelizmente o povo esquece que a saúde, a educação e a segurança, instituições que merecem ser prioridade em qualquer governo está sendo banalizada e porque não dizer, destruidas por um energúmeno que se diz presimente. A farsa de que ele seria um grande politico foi iniciada por grande parte da igreja católica no afã de agradar aquele que trabalharia em favor dos pobres. Realmente, esta praga que ai está, teve o displante de chamar herança maldita a todo um acervo de bons programas oriundos desde a implantaçao da mola mestre no desenvolvimento: refiro-me ao plano real. Depois, programas sociais alencados no governo FH, deram o suporte necessário para que este canalhocrata se arvorasse de ser o primeiro a fazer algo pelo Brasil. Ledo engano. Só os ruminantes, comedores de capim, elogiam a safadeza e a esperteza no roubar de uma quadrilha que pouco fez no sentido de elevar as prioridades de uma nação, mas muito fez, quando se tratou de afanar e enriquecer as custas do poder público.
Parece que a comunidade política internacional está começando a ver “o cara” com a cara dele mesmo,não se pode enganar todo mundo todo o tempo.
Mas convenhamos: se esta caro o prestigio, vamos comer o choquito.
Chocolate por chocolate, vamos optar pelo de menor custo.