(Giulio Sanmartini) O jornal Washington Post não mediu palavras para criticar a forma como governo brasileiro recebeu o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, afirmou que foi inoportuno, num momento em que “inclusive a Rússia discute publicamente novas sanções contra Teerã”.
Lula não dando o braço a torcer, “declarou que o Irã tem o direito de ter seu programa nuclear”, mas foi rebatido pelo periódico que afirmou ser uma pena que “Lula não tenha nada a dizer sobre a sangrenta repressão dos movimentos iranianos pró-democráticos ou a negação de Ahmadinejad sobre o Holocausto e o direito de existir de Israel”.
Os defensores de Lula, segundo o “Washington Post”, afirmam que o presidente convidou o líder iraniano porque “quer mediar no conflito do Oriente Médio”. Mas se assim for, acrescenta, “simplesmente demonstraria sua ignorância na região”.
“O apoio de Lula a Ahmadinejad não mudará o fanatismo, mas o tornará mais forte. O que assegurará que qualquer tentativa do Brasil de mediar no Oriente Médio será rejeitada por Israel e pelos principais países árabes”, diz o jornal que qualifica de “patética” a excursão internacional de Ahmadinejad, que o levou a Gâmbia e Senegal, na África, além de Venezuela, Bolívia e Brasil.
Finalizando, o Post Segundo o “Post”, diz que se o Brasil quer ter influência mundial tem que decidir entre “apoiar pares como Ahmadinejad ou tentar se posicionar no ocidente democrático (…) e assegurar-se de que continua sendo o país do futuro”.






















O pretexto Ahmadinejad
A camada mais visível das críticas à visita do presidente iraniano remonta à política de “fatos consumados” financiada por Israel junto aos meios de comunicação internacionais. Resumindo, trata-se de utilizar o Holocausto como salvo-conduto para as pretensões expansionistas do governo israelense.
No substrato dessa novela muito reprisada, esconde-se o atribulado contexto geopolítico americano, talvez no momento mais delicado desde as redemocratizações nacionais. Não há qualquer coincidência, muito menos condenação possível, no fato de os interesses estadunidenses serem contrariados quando o governo Obama permite um golpe de Estado no continente e instala bases militares para policiá-lo.
O discurso dos direitos humanos serve a conveniências hipócritas. Se observado o sofrimento das minorias e de inocentes, nenhum governante do planeta seria recebido em qualquer país. Transformar diplomacia em panfletagem étnica esconde interesses que, estes sim, podem levar a consequências muito desastrosas.
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Aos poucos mais brasileiros e estrangeiros vão descobrindo que é verdadeiramente o nazista Lula.
Ter recebido Ahmadinejad foi fantástico!
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Infelizmente são dois canalhas, nada mais do que isso.
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Santas Periquitas!
“A gente’ tem que ler cada coisa peripatética aqui…
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Realmente, foi patético, incrivelmente patético, consoante a opinião daquele cuja massa cinzenta não consegue aquilatar o tremendo alcance desse encontro. O Irã tal qual o Brasil, foi durante muito tempo considerado “quintal” dos angloamericanos, e tem lutado com denodo para se firmar como nação independente, e esse esforço incomoda tremendamente as belicosas potências dominantes. E a maioria das nações do segundo e terceiro mundo, contemplam inermes a política militarista dos Eua e Rússia, indiferentes ao fato de que gravitar ao redor de uma delas significa abdicar da própria soberania.
Brasil e Irã, paises livres e soberanos tem o pleno direito a manterem entre si acordos de cooperação comerciais, intelectuais e até mesmo militares, sem que caiba a nenhuma delas a ingerência nos assuntos internos das outra.
A política imperialista dos Norte americanos leva as nações mais fracas a se defenderem de possível agressão através de armamento dissuasor. O irã , a Coréia do norte e a Venezuela não são excessões. O Brasil, também deveria como expressou nosso Vice-presidente José Alencar, procurar desenvolver artefatos nucleares, pois devido ao nosso monumental tamanho, as imensas riquezas vegetais , hidrícas e minerais, temos sido ao longo do tempo alvo indisfarçado da cobiça internacional. E não se esqueçam que a assembléia das nações unidas que criou o Estado sionista de Israel, ofereceu a nossa revelia, um pedaço do Brasil, que graças a Deus, não foi aceito pelos judeus.
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