Se alguém ainda não leu, não deixe de ler para pelo menos se inteirar desse escândalo que corre hoje na net. É verdade?, não sei, mas a afirmação ( do Cesar Benjamin – um esquerdista radical) é aterradora … e descreve um momento em que supostamente o nosso presidente afirmou a ele que molestou sexualmente um membro de uma organização de esquerda.
Na mesa, estávamos eu, o americano ao meu lado, Lula e o publicitário Paulo de Tarso em frente e, nas cabeceiras, Espinoza (segurança de Lula) e outro publicitário brasileiro que trabalhava conosco, cujo nome também esqueci. Lula puxou conversa: “Você esteve preso, não é Cesinha?” “Estive.” “Quanto tempo?” “Alguns anos…”, desconversei (raramente falo nesse assunto). Lula continuou: “Eu não aguentaria. Não vivo sem boceta”.
Para comprovar essa afirmação, passou a narrar com fluência como havia tentado subjugar outro preso nos 30 dias em que ficara detido. Chamava-o de “menino do MEP”, em referência a uma organização de esquerda que já deixou de existir. Ficara surpreso com a resistência do “menino”, que frustrara a investida com cotoveladas e socos.
Foi um dos momentos mais kafkianos que vivi. Enquanto ouvia a narrativa do nosso candidato, eu relembrava as vezes em que poderia ter sido, digamos assim, o “menino do MEP” nas mãos de criminosos comuns considerados perigosos, condenados a penas longas, que, não obstante essas condições, sempre me respeitaram.
O marqueteiro americano me cutucava, impaciente, para que eu traduzisse o que Lula falava, dada a importância do primeiro encontro. Eu não sabia o que fazer. Não podia lhe dizer o que estava ouvindo. Depois do almoço, desconversei: Lula só havia dito generalidades sem importância. O americano achou que eu estava boicotando o seu trabalho. Ficou bravo e, felizmente, desapareceu.
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Os filhos do Brasil
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Cena do filme “Lula, o Filho do Brasil”, do diretor Fábio Barreto, que narra a trajetória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva
CÉSAR BENJAMIN
ESPECIAL PARA A FOLHA
A PRISÃO na Polícia do Exército da Vila Militar, em setembro de 1971, era especialmente ruim: eu ficava nu em uma cela tão pequena que só conseguia me recostar no chão de ladrilhos usando a diagonal. A cela era nua também, sem nada, a menos de um buraco no chão que os militares chamavam de “boi”; a única água disponível era a da descarga do “boi”. Permanecia em pé durante as noites, em inúteis tentativas de espantar o frio. Comia com as mãos. Tinha 17 anos de idade.
Um dia a equipe de plantão abriu a porta de bom humor. Conduziram-me por dois corredores e colocaram-me em uma cela maior onde estavam três criminosos comuns, Caveirinha, Português e Nelson, incentivados ali mesmo a me usar como bem entendessem. Os três, porém, foram gentis e solidários comigo. Ofereceram-me logo um lençol, com o qual me cobri, passando a usá-lo nos dias seguintes como uma toga troncha de senador romano.
Oriundos de São Paulo, Caveirinha e Português disseram-me que “estavam pedidos” pelo delegado Sérgio Fleury, que provavelmente iria matá-los. Nelson, um mulato escuro, passava o tempo cantando Beatles, fingindo que sabia inglês e pedindo nossa opinião sobre suas caprichadas interpretações. Repetia uma ideia, pensando alto: “O Brasil não dá mais. Aqui só tem gente esperta. Quando sair dessa, vou para o Senegal. Vou ser rei do Senegal”.
Voltei para a solitária alguns dias depois. Ainda não sabia que começava então um longo período que me levou ao limite.
Vegetei em silêncio, sem contato humano, vendo só quatro paredes -”sobrevivendo a mim mesmo como um fósforo frio”, para lembrar Fernando Pessoa- durante três anos e meio, em diferentes quartéis, sem saber o que acontecia fora das celas. Até que, num fim de tarde, abriram a porta e colocaram-me em um camburão. Eu estava sendo transferido para fora da Vila Militar. A caçamba do carro era dividida ao meio por uma chapa de ferro, de modo que duas pessoas podiam ser conduzidas sem que conseguissem se ver. A vedação, porém, não era completa. Por uma fresta de alguns centímetros, no canto inferior à minha direita, apareceram dedos que, pelo tato, percebi serem femininos.
Fiquei muito perturbado (preso vive de coisas pequenas). Há anos eu não via, muito menos tocava, uma mulher. Fui desembarcado em um dos presídios do complexo penitenciário de Bangu, para presos comuns, e colocado na galeria F, “de alta periculosia”, como se dizia por lá. Havia 30 a 40 homens, sem superlotação, e três eram travestis, a Monique, a Neguinha e a Eva. Revivi o pesadelo de sofrer uma curra, mas, mais uma vez, nada ocorreu. Era Carnaval, e a direção do presídio, excepcionalmente, permitira a entrada de uma televisão para que os detentos pudessem assistir ao desfile.
Estavam todos ocupados, torcendo por suas escolas. Pude então, nessa noite, ter uma longa conversa com as lideranças do novo lugar: Sapo Lee, Sabichão, Neguinho Dois, Formigão, Ari dos Macacos (ou Ari Navalhada, por causa de uma imensa cicatriz que trazia no rosto) e Chinês. Quando o dia amanheceu éramos quase amigos, o que não impediu que, durante algum tempo, eu fosse submetido à tradicional série de “provas de fogo”, situações armadas para testar a firmeza de cada novato.
Quando fui rebatizado, estava aceito. Passei a ser o Devagar. Aos poucos, aprendi a “língua de congo”, o dialeto que os presos usam entre si para não serem entendidos pelos estranhos ao grupo.
Com a entrada de um novo diretor, mais liberal, consegui reativar as salas de aula do presídio para turmas de primeiro e de segundo grau. Além de dezenas de presos, de todas as galerias, guardas penitenciários e até o chefe de segurança se inscreveram para tentar um diploma do supletivo. Era o que eu faria, também: clandestino desde os 14 anos, preso desde os 17, já estava com 22 e não tinha o segundo grau. Tornei-me o professor de todas as matérias, mas faria as provas junto com eles.
Passei assim a maior parte dos quase dois anos que fiquei em Bangu. Nos intervalos das aulas, traduzia livros para mim mesmo, para aprender línguas, e escrevia petições para advogados dos presos ou cartas de amor que eles enviavam para namoradas reais, supostas ou apenas desejadas, algumas das quais presas no Talavera Bruce, ali ao lado. Quanto mais melosas, melhor.
Como não havia sido levado a julgamento, por causa da menoridade na época da prisão, não cumpria nenhuma pena específica. Por isso era mantido nesse confinamento semiclandestino, segregado dos demais presos políticos. Ignorava quanto tempo ainda permaneceria nessa situação.
Lembro-me com emoção -toda essa trajetória me emociona, a ponto de eu nunca tê-la compartilhado- do dia em que circulou a notícia de que eu seria transferido. Recebi dezenas de catataus, de todas as galerias, trazidos pelos próprios guardas. Catatau, em língua de congo, é uma espécie de bilhete de apresentação em que o signatário afiança a seus conhecidos que o portador é “sujeito-homem” e deve ser ajudado nos outros presídios por onde passar.
Alguns presos propuseram-se a organizar uma rebelião, temendo que a transferência fosse parte de um plano contra a minha vida. A essa altura, já haviam compreendido há muito quem eu era e o que era uma ditadura.
Eu os tranquilizei: na Frei Caneca, para onde iria, estavam os meus antigos companheiros de militância, que reencontraria tantos anos depois. Descumprindo o regulamento, os guardas permitiram que eu entrasse em todas as galerias para me despedir afetuosamente de alunos e amigos. O Devagar ia embora.

São Paulo, 1994. Eu estava na casa que servia para a produção dos programas de televisão da campanha de Lula. Com o Plano Real, Fernando Henrique passara à frente, dificultando e confundindo a nossa campanha.
Nesse contexto, deixei trabalho e família no Rio e me instalei na produtora de TV, dormindo em um sofá, para tentar ajudar. Lá pelas tantas, recebi um presente de grego: um grupo de apoiadores trouxe dos Estados Unidos um renomado marqueteiro, cujo nome esqueci. Lula gravava os programas, mais ou menos, duas vezes por semana, de modo que convivi com o americano durante alguns dias sem que ele houvesse ainda visto o candidato.
Dizia-me da importância do primeiro encontro, em que tentaria formatar a psicologia de Lula, saber o que lhe passava na alma, quem era ele, conhecer suas opiniões sobre o Brasil e o momento da campanha, para então propor uma estratégia. Para mim, nada disso fazia sentido, mas eu não queria tratá-lo mal. O primeiro encontro foi no refeitório, durante um almoço.
Na mesa, estávamos eu, o americano ao meu lado, Lula e o publicitário Paulo de Tarso em frente e, nas cabeceiras, Espinoza (segurança de Lula) e outro publicitário brasileiro que trabalhava conosco, cujo nome também esqueci. Lula puxou conversa: “Você esteve preso, não é Cesinha?” “Estive.” “Quanto tempo?” “Alguns anos…”, desconversei (raramente falo nesse assunto). Lula continuou: “Eu não aguentaria. Não vivo sem boceta”.
Para comprovar essa afirmação, passou a narrar com fluência como havia tentado subjugar outro preso nos 30 dias em que ficara detido. Chamava-o de “menino do MEP”, em referência a uma organização de esquerda que já deixou de existir. Ficara surpreso com a resistência do “menino”, que frustrara a investida com cotoveladas e socos.
Foi um dos momentos mais kafkianos que vivi. Enquanto ouvia a narrativa do nosso candidato, eu relembrava as vezes em que poderia ter sido, digamos assim, o “menino do MEP” nas mãos de criminosos comuns considerados perigosos, condenados a penas longas, que, não obstante essas condições, sempre me respeitaram.
O marqueteiro americano me cutucava, impaciente, para que eu traduzisse o que Lula falava, dada a importância do primeiro encontro. Eu não sabia o que fazer. Não podia lhe dizer o que estava ouvindo. Depois do almoço, desconversei: Lula só havia dito generalidades sem importância. O americano achou que eu estava boicotando o seu trabalho. Ficou bravo e, felizmente, desapareceu.

Dias depois de ter retornado para a solitária, ainda na PE da Vila Militar, alguém empurrou por baixo da porta um exemplar do jornal “O Dia”. A matéria da primeira página, com direito a manchete principal, anunciava que Caveirinha e Português haviam sido localizados no bairro do Rio Comprido por uma equipe do delegado Fleury e mortos depois de intensa perseguição e tiroteio. Consumara-se o assassinato que eles haviam antevisto.
Nelson, que amava os Beatles, não conseguiu ser o rei do Senegal: transferido para o presídio de Água Santa, liderou uma greve de fome contra os espancamentos de presos e perseverou nela até morrer de inanição, cerca de 60 dias depois. Seu pai, guarda penitenciário, servia naquela unidade.
Neguinho Dois também morreu na prisão. Sapo Lee foi transferido para a Ilha Grande; perdi sua pista quando o presídio de lá foi desativado. Chinês foi solto e conseguiu ser contratado por uma empreiteira que o enviaria para trabalhar em uma obra na Arábia, mas a empresa mudou os planos e o mandou para o Alasca. Na última vez que falei com ele, há mais de 20 anos, estava animado com a perspectiva do embarque: “Arábia ou Alasca, Devagar, é tudo as mesmas Alemanhas!” Ele quis ir embora para escapar do destino de seu melhor amigo, o Sabichão, que também havia sido solto, novamente preso e dessa vez assassinado. Não sei o que aconteceu com o Formigão e o Ari Navalhada.
A todos, autênticos filhos do Brasil, tão castigados, presto homenagem, estejam onde estiverem, mortos ou vivos, pela maneira como trataram um jovem branco de classe média, na casa dos 20 anos, que lhes esteve ao alcance das mãos. Eu nunca soube quem é o “menino do MEP”. Suponho que esteja vivo, pois a organização era formada por gente com o meu perfil. Nossa sobrevida, em geral, é bem maior do que a dos pobres e pretos.
O homem que me disse que o atacou é hoje presidente da República. É conciliador e, dizem, faz um bom governo. Ganhou projeção internacional. Afastei-me dele depois daquela conversa na produtora de televisão, mas desejo-lhe sorte, pelo bem do nosso país. Espero que tenha melhorado com o passar dos anos.
Mesmo assim, não pretendo assistir a “O Filho do Brasil”, que exala o mau cheiro das mistificações. Li nos jornais que o filme mostra cenas dos 30 dias em que Lula esteve detido e lembrei das passagens que registrei neste texto, que está além da política. Não pretende acusar, rotular ou julgar, mas refletir sobre a complexidade da condição humana, justamente o que um filme assim, a serviço do culto à personalidade, tenta esconder.
CÉSAR BENJAMIN, 55, militou no movimento estudantil secundarista em 1968 e passou para a clandestinidade depois da decretação do Ato Institucional nº 5, em 13 de dezembro desse ano, juntando-se à resistência armada ao regime militar. Foi preso em meados de 1971, com 17 anos, e expulso do país no final de 1976. Retornou em 1978. Ajudou a fundar o PT, do qual se desfiliou em 1995. Em 2006 foi candidato a vice-presidente na chapa liderada pela senadora Heloísa Helena, do PSOL, do qual também se desfiliou. Trabalhou na Fundação Getulio Vargas, na Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, na Prefeitura do Rio de Janeiro e na Editora Nova Fronteira. É editor da Editora Contraponto e colunista da Folha.























Na década de 50, li no O Cruzeiro, na seção do Carlos Estevão, se não me falha a memória, um provérbio que nunca esqueci: ” Cavalo comedor, cabresto curto”.
Ao pesquisar um pouco para ver se descobria mais a respeito, deparei-me com outro provérbio porreta, que citarei, sabendo que os leitores entenderão:
“Cavalo de cachaceiro conhece o caminho da bodega”…
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A que ponto a folha se rebaixou. Até o Estadão e o Globo se envergonharam e não deram destaque para essa noticia. Sinceramente eu gostaria que o episódio ganha-se repercussão. Duvido que o tiro não ia sair pela culatra.
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Marcos, a história esta recheada de testemunhas e quem a contou não é nenhum adepto do liberalismo.
O sofrimento de quem preso, torturado e quase sodomizado é brutal, mas o pior para ele foi ouvir de um candidato de seu partido, ao qual foi fundador, contando alegremente uma história aterradora, principalmente para quem quase foi vitima do ato vil.
Lula é um homem sujo, cercado de pessoas sujas e que está onde está graças a inocentes e tolos como voce.
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Manoel Bastos, a história não está recheada de testemunha. A história só tem uma testemunha: o autor do texto.
2010 promete. Será um esgoto só.
Por isso que que cada vez mais fico com nojo da oposição. O vale tudo já começou.
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Se leu o artigo, vc viu que existiam outras pessoas juntas, que ouviram a conversa.
Vc se furtar a esse fato prova que é maledicente na defesa do Sátrapa Maior das Terras da Boçalidade.
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O LIMPO, ME RESPONDE APENAS UMA COISA: MESMO SABENDO DE TUDO, PQ O TAL DO CÉSAR BENJAMIM CONTINUOU NA CAMPANHA? RAPAZ, TOME TINO, VÁ PROCURAR O QUE FAZER!
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Marcos,
se depois desta o Lula não processar o Benjamin, eu nunca mais voto nele.
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Como a Lina Vieira?
Pois é meu caro, a história é implacável com esse tipo de baixaria.
Imagina se Lula tivesse em 1998 levantado a questão do filho de FHC? Como a história trataria hoje o presidente Lula?
Entendeu? Sacou?
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Nota-se que nosso “amado” guia tem gosto pelo oritibó alheio faz é tempo, talvez venha daí a sanha inconstante de f#$@ com os brasileiros. Vindo desse cara infelizmente nada mais me surpreende! Isso é bem do seu perfil.
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uahuhuahuauh interessante como este episódio ganhou destaque 30 anos depois, acreditar em quem, não é? Mas enfim, prevejo ano que vem: candidata de estuprador é a Dilma!
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Acima da ideologia vem o caráter. adquirimos caráter antes de qualquer ideologia. O caráter vem do ver e ouvir nosos pais, e o meio em que vivemos os primeiros anos de vida, assim como o alimento implica no desenvolvimento intelectual nos primeiros anos de vida, o convivio também implica no caráter, isso já explica muita coisa.
A cadeia tem seus códigos de ética e respeito.
Marcos, nào se te entendi bem, mas não entendo como se rebaixar.
Se Lula fosse um homem honesto, e viesse à tona um deslise qualquer, como por exemplo; ter fumado maconha na juventude ou até mesmo experimentado cocaína, ou seja lá o que for, e vc sabendo que hoje ele é honesto, quer a democracía, quer o bem de todos, não é demagogo, não usa a máquina do Estado para proveito dos seus e de sí próprio, não é corrupto, é educado, sua esposa faz trabalhos sociais, etc etc seria realmente se rebaixar e tentar desmoralizar uma pessoa de bem, mas nesse caso é apenas mais um choque que tomamos, conhecendo um pouco mais da personalidade desse senhor.
Nesse país precisamos de Nilcéias Pitta, Robertos Jeferson e Pedros Collor, para saber a verdade e tentar nos livrar dos problemas.
O Brasil nunca será uma grande nação, uma nação desenvolvida, porque seu povo (sacando as excessões que conhecemos, um % pequeno) é subdesenvolvido, o seu presidente é o espelho do seu povo, quem ainda vota em Lula é porque é igual a ele, se identifica com ele, gosta do que ele fala, gosta de suas idéias e de seu jeito
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e do seus jeito de ser. Jamais seremos uma grande nação, os que estão ai não dão a oportunidade do povo (não gosto dessa palavra) se desenvolver, como poderia o pais ser algo que seu povo não é? E o país é o que esse presidente que está aí é, pelo menos os quase 90% que o aprovam.
Se merecem.
Quanto a esse senhor, na Camara e no Congresso eu diria que tem 100% de aprovação com um margem de erro de uns 2 ou 3 Dep. e Senadores que se desdobram pra ver se sai algum caldo de democracia nesse inferno.
Lula não tem carater e não tem ideologia, ele não é comunista, ele não socialista, ele é um objeto que deu certo, porque tem a ver com o povão, montado, customizado, para ser o que 6 dúzia de espertalhões queriam, e conseguiram. Nem parte da esquerda o suporta e suporta seus espertalhões de plantão, vide o Senador Arns que depois de muito se segurar pegou seu boné e se foi.
Melhor parar pq o sangue tá subindo.
Abraço
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Só sei de uma coisa, será que esse menino do MEP ainda existe? Se existe, que tome cuidado, pois a vida dele corre risco.
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Vou acrescentar às colocações do Chacon.
“… caráter vem do ver e ouvir nossos pais, e o meio em que vivemos…”
Coloca nisso aí o ensino formal (ou autodidata) até uma graduação.
É na família que o indivíduo se depara com a moral.
É no curso Superior que o indivíduo se depara com a ética.
É no atuar profissional que o indivíduo se depara com a estética.
A ideologia aplica “efeito liquidificador” na misturama moral, ética e estética.
É a moral que interdita o “lado animal”.
É a ética que interdita o “lado delinquente”.
É a estética q
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Repetindo por causa de um “erro de teclado”.
- – - – -
Vou acrescentar às colocações do Chacon.
Chacon: “… caráter vem do ver e ouvir nossos pais, e o meio em que vivemos…”
Coloca nisso aí o ensino formal (ou autodidata) até uma graduação.
É na família que o indivíduo se depara com a moral.
É no curso Superior que o indivíduo se depara com a ética.
É no atuar profissional que o indivíduo se depara com a estética.
A ideologia aplica “efeito liquidificador” na misturama moral, ética e estética.
É a moral que interdita o “lado animal”.
É a ética que interdita o “lado delinquente”.
É a estética que interdita o “lado inopinado”.
Chacon: “cadeia tem códigos de ética e respeito”.
Não mesmo, meu! Está errado! Na cadeia há improvisado regrado para segurança e proteção que sustenta tanto distanciamentos como conflitamentos entre patotas, bandos e quadrilhas.
Chacon: “um choque…personalidade desse senhor.”
As charges do Spon estão há um bocado de tempo alertando que o Lula se endeusou e com isso se sente seguríssimo de fazer, dizer, desdizer e desfazer – tudo pelos seus códigos de moral, ética e estética.
Ninguém sabe nada sobre códigos do Lula, e meio mundo se perturba (e se antepõe) com o desplante de Lula em anarquizar com as socialidades em voga.
A divulgação do lado sórdido de Lula surge logo quando ele está com os dias contados no cargo. Será que Lula chega inteiraço em 01/01/2011?
Imagino que a maioria almeja o LulaLá no púlpito do Planalto/2011.
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O fato concreto é que o menino do MEP não abriu as pernas pro brabo. Este ato secreto quem abre vai negar. Os 86% já estão bem abertos e querendo mais.
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Calvin, é óbvio que cadeia não tem o meu nem o seu códiogo de ética eles tem as dele. Já tive professor que trabalhou anos em prisões, já tive casos em empresas de funcionários que tinham que instalar o fazer entregas nos morros, e te digo, eles tem código.
Mas se quer contestar, ok.
Calvin o seu caráter é formado até os 7 ou 8 anos depois meu velho, já foi. Faculdade é vai na onda vc já sabe das coisas, o seu caráter já está formado me desculpe.
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Apoiado.
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Pelo menos Freud achava isso. Personalidade a gente nasce com ela, e caráter é formado até os 8 anos. Depois é colher os frutos, bons ou ruins…
Agora, sobre Lula, cansei de falar dele, quero só saber a data… Quando esse bandido vai ser preso?
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Sobre esse fato, está prescrito!
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Rafael, de quais dos milhares de fatos criminais que o Lula está envolvido, vc se refere?
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Rafael, teria como vc responder uma pergunta simples: Pra vc, Lula deveria estar solto ou preso???
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Para mim: solto!
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Solta ele numa cela com voce por trinta dias…..eu heim!
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huauhahu Manoel, além de tudo, Lula é estuprador é? huahu será que ele queimava inseto quando criança?
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Liga não Rafael, a especialidade do Lula é enganar otário…
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Rafael vc não merece resposta, vc se inclui nos meus 2 primeiros comentários.
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Típico argumento esquerdista, o seu amigo, lembre-se que você é dasdireita!
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meninos, tia Dedé está de olho…olha os modos!!!!
hehehehe
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Do blog angelodacia.blogspot.com
Lê-se neste site Observatório de Violêcia Policial que “O MEP foi detectado pelos órgãos de repressão em 1977, ocorrendo prisões e formando-se processos no Rio de Janeiro e em São Paulo”. Consta que Lula foi preso e ficou nas mãos do DOPS entre 17 de abril e 20 de maio de 1981, junto a outros 17 líderes sindicais. Há um grande tempo entre a detecção do grupo e a prisão de Lula, então ou o Menino do MEP foi preso após a descoberta do grupo ou então era um dos sindicalistas.
Em Santos há uma vereadora que participou deste Movimento, de nome Cassandra. Talvez ela possa ajudar, anotem aí os números de telefone para contato: (13) 3219-1890.
Rubens Boffino, presidente do Ceagesp, foi dirigente desta mesma organização. Também é uma boa opção.
Chega de colher de chá, agora é com vocês, Jornalistas!”
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Esse Benjamin que foi vice na chapa da Heloisa Helena é um trotskista fundador do PSTU e que simplesmente, odeia o Lula.
Lula é um social democrata que detonou os sonhos dos troskos revolucionários, que contavam com um aprofundamento das crises capitalistas, para criar as condições para a tomada do poder pelo proletariado.
Apesar de com certeza odiar o Lula, não achei que fosse se prestar a esse tipo de papel.
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Social democrata, Lula?
Essa é boa!
Salve Roberto Campos!!
“A burrice no Brasil tem um passado glorioso e um futuro promissor.”
A estultícia floresce nos jardins da zesquerdas.
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A palavra dasesquerda só vale para depreciar a própria propensa esquerda de Lula, quando fala coisa boa -do mesmo governo – são mensaleiros huahuhuahuhuauh dicotomico…
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Apenas mudando o foco, já que ainda não saiu a notícia aqui, e essa nova da PF hein, de pegar com a boca na butija um dos propensos candidatos a vice do Serra? O tal de José Roberto Arruda… complicado esse Brasil hein… para quem não viu ainda (o que duvido muito): http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4125983-EI7896,00-Secretario+grava+governador+do+DF+e+PF+investiga+esquema+de+propina.html
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Rafael, Serra nem candidato é!!! Não tem fato com Serra, pare de comparar!!! Vcs querem porque querem tentar se vingar, tá no sangue… qdo eu digo que vc se inclui no meu comentário se inclui mesmo.
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Então leia mais os jornais amigo, ou você ainda acha que Xuxu será o candidato tucano?
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Que Xuxu rapaz que xuxu!!! C tá loco???? Quem ta falando disso??? Se liga!! Cai no mundo, cai na real!!!!
Jornal??? que jornal vc quer que eu leia, os que a esquerda compra????
Cara vc se enquadra nos individuos do meu comentários e acabou, a culpa não é minha, vc quer ser assim, o Lula quer ser assim, que sejam, e enquanto Lula (pq ele tá ai, vc não é nada) fizer cagada vamos criticar mesmo, ou vc quer censurar tb?
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huahuahuhuahuahu Chacota, meu caro amigo, eu que venho expor opinião, debater e você responde sempre em tom irônico, carrancudo e grosseiro, e eu que sou o censor? huahuhuauha como perde a linha rápido hein, sugiro uma Folha de SP sobre seu pedido de jornal a ser lido… já está bom.
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Eu não sou seu amigo Rafa Doberman, não sou amigo de que defende criminosos. Carrancudo!!! vc queria que eu estivesse como??? Vê se eu recebe benecis da Petro, do Palácio, vê se tenho cartão corporativo.
Debater é uma coisa defender crimiso, só se for igual a eles.
Foi dito que o Lula queria dar um pega no rapaz e vc vem mudar de tema??? Se liga
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tá nervoso primo… calma, no mundo democrático que você acredita, precisamos ser cortês até mesmo com os opositores, seja ele bandido ou mocinho.
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Errado Rafael, no mundo democrático que sonhamos, não precisamos agir com cortesia com bandidos. Mesmo numa democracia, lugar de bandido é na cadeia, e depois de morto, a gente enterra em pé pra ocupar pouco espaço.
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Por um jornalismo crítico e investigativo!!!!
A FOLHA simplesmente publicou uma matéria sem entido. Há o depoimento de uma pessoa…não há provas. Uma das pessoas que segundo a matéria teria presenciado o ocorrido já se manifestou e negou o fato. Quem tem razão?
A única certeza é que a FOLHA DEVERIA FAZER UM OUTRO TIPO DE JORNALISMO. Apendri na faculdade de comunicação. A importãncia da reportagem investigativa. Houve alguma investigação sobre o fato? Não…apenas o depoimento de uma pessoa…sem provas. A matéria não tem valor jornalístico algum.
Não sou PETISTA…tampouco SIMPATIZANTE DO PRESIDENTE LULA….porém tenho bom senso e não posso aceitar o tipo de jornalismo que a FOLHA está fazendo.
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Aham….sei, voce tem diploma de jornalismo né?
É daqueles que acha que só com diploma se pode publicar, escrever….uhumm…
Estás com uma sinecura ou bajulas a procura de uma ?
Estudou na Unibam?
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Se foi negado e se não tem sentido, por que vcs estão tão preocupados??
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Eu to achando é estranho esse artigo da Folha.
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Engraçado como o povo da esquerda ao invés de procurar esclarecer procura turvar todo o ambiente….
Essa é outra conversa, aqui discutimos o fato de um homem vil querer sodomizar um rapaz preso…..entendeu?
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Tudo é muito simples, é só o Lula processar o Benjamin… ou sera que ele não tem coragem?
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Não é tão simples assim se o suposto pedofello processar o ex-cumpanheiro, vai que de repente o menino da história aparece e confirma tudo? Ou, se ele negar e ignorar o ocorrido, entre as pessoas sérias fica a imagem de que ele está escondendo alguma coisa.
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Quanta asneira eu li aqui pelo amor, as pessoas adoram falar bonito, mas não querem executar coisas bonitas. Frases formadas sem qualquer inteligência. Falar que o Brasil é assim ou assado por causa disso ou aquilo. Que debate ridículo.
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E voce é o supra-sumo da inteligência, o ser soberbo e magnifico que dos píncaros da virtuose esquerdista ridiculariza ao mundo.
Oh……o chefão do PT quis enrrabar um menino….ah, quanta asneira….
Ah, vá c. no mato!
Falei feio agora.
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E esse desgraçado ainda é acoitado pelas Forças Armadas de nosso País. E ele com seus asseclas os padres e pastores SAFADOS queriam que eu fosse preso pra que isso acontecesse comigo. Não sei quanto a ninguém, mas a mim esses DESGRAÇADOS VÃO PAGAR. UM POR UM, com TODOS que estavam amancomunados. E o pulha ainda tá no rumo podre de ser transformado em “Santo’. Tá o Brasil aí todo fudido, e esse cachaceiro SAFADO sem-vergonha … Ah! Canalha F D P.
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Discutir com esquerdista e trotkista é gastar vela boa com defunto ruim. O unico cara que consegui convencer Trotsky foi Stalin, com uma picaretada nas costas.
Nunca ninguém consegue enganar a todos o tempo todo, uma hora destas aparece um mais sabido e faz a barba dele com um facão cego.
Carlos, brinde-nos com comentários inteligentes, e não precisa falar bonito, gaste um pouco de seu intelecto privilegiado aqui no blog; imagino que você deve estar prenhe deles, então, sirva-se.
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Agora taí uma data pro homem morrer, 14 de março, dia dos animais (coitado dos animais).
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Ref. “Paulo disse: “… FOLHA DEVERIA FAZER UM OUTRO TIPO DE JORNALISMO. Apendri na faculdade… reportagem investigativa…”
Atenção Paulo. Na faculdade a gente estuda sobre situações padrões, condições normais, circunstâncias críveis, contextos verossímeis, confrontos delineados.
Ocorre que desde 2003 o Lula e seu Exe/Lula conseguiu um inédito:
- os padrões foram pro beleléu;
- as normalidades foram suprimidas;
- as circunstâncias são desde fantasiosas até insanas;
- os contextos estão indefinidos;
- os confrontos estão inconclusos.
Percebes Paulo? O que foi estudado na faculdade se mostra inútil desde 2003.
Procura conhecer o “Dicionário Lula” para perceber a vastidão do estrago promovido pelo Lula e seu Exe/Lula na sociedade brasileira.
O Lula nos últimos meses só pode ser reconhecido pelas charges – recomendo as do Spon expostas no P&P. O Lula se tornou um personagem só possível de ser tolerado no mundo HQ, na forma de caricatura.
Dá de considerar que o filme “Lula filho do Brasil” deve estar acarretando uma repugnância infinita! O Lula é um derrotado sempre e provavelmente que seus inimigos – aqueles que Lula tripudiou – vão aparecer para impedir que Lula continue debochando solto e frouxo da sociedade brasileira.
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Nossa, encontraram o menino que lula currou. Na verdade, o menino depois dessa experiência forçada resolveu trocar o sexo e se encontra lado a lado com o Lula até hoje. O menino de ontem é a candidata a presidente do Lula pra 2010. Finalmente eu entendi aquela voz grossa…
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Jornal ou Panfleto Fascista
?
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É Rafa, jornal fascista só é bom quando é a favor.
E por falar em a favor, lá nos países socialistas, os jornais canalhas contra foram eliminados, só restaram os “a favor”.
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Se um peão ignorante tornar-se milionário, suas gafes dos tempos de pobreza comporão um folclórico currículo mais tarde.
Nos tempos de ensino público de boa qualidade a ascensão social podia vir do diploma. A cultura e a educação adquiridas na escalada ajudavam a resguardar o cidadão de embaraços futuros.
Talento e beleza também levam à fama. A músicos, pintores, escritores, cineastas, teatrólogos, atores e artistas em geral, é tolerado e até associado o alcooolismo e consumo de drogas, do absinto e ópio de séculos passados à maconha e cocaína dos tempos atuais. Recursos como teste do sofá, para atores e atrizes, são vistos como percalços do caminho.
A política, que também pode levar ao alto, exige qualidades, não unanimemente assim consideradas. Já exigiu coragem e custou vidas, mas nem todos os políticos precisam passar por isso.
A cada um Deus permite uma loucura, mas a notoriedade torna vulnerável. A mulher de César tem de ser honesta e parecer honesta. Cristo desafiou hipócritas a atirar a primeira pedra, mas não faltam lapidadores de figuras públicas nem detalhes íntimos em biografias.
Para um presidente merecer o respeito da sociedade, sua vida deve ter sido irrepreensível em todos os momentos? Pode ele ter evoluído moralmente e redimir-se de pecados anteriores?
O tão criticado politicamente correto talvez deva ser incorporado e conversas íntimas policiadas, não só para evitar ser inconveniente, mas por não se saber o que reserva o futuro.
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Caro César,
Até tú rapaz? Uma história melosa, de menino branco, 17 anos, bonitinho, classe média, preso, nu, rodeados por homens “filhos do Brasil”, sofridos, negros, marginais, mas humanos, podiam o ter estuprado (o ideal da esquerda vanguardista: o povo é bom, o sistema é que o corrompe!)…
Tempos depois, um ex.pobre, feio, nordestino, presidente da república! Por que não eu né, César? Bom, este ex.preso político tb, preso nos anos 80, vigiado que só, tenta estuprar um rapazote e não contente com o silêncio de década, sai dizendo por ai…Após ouvir isso vc ainda continuou na campanha foi? Por que não denunciou rapaz? Esperava ganhar um cargo no governo né?
Pobre César! Que bom que seu grupo nunca chegou e nem chegará ao poder! Como “filósofo”, vc se candidatou ao conhecimento de esquina e de botequim! Quanto a jornal que lhe deu guarida, que bom, vou mandar uma denúncia de um fato horrível do dia em eu peguei um Mesquita transando com uma jega, lá em Itabi. Espero que publique na primeira página!
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O Mário Resende não entendeu nada! “Pobre César”.
Para contrapor ao MResende correto seria colocar “Ave César!” (rarará rarará)
Vou “desenhar” pro MResende.
Evidente que vou adotar o mesmo espírito de MResende: conjeturar.
O que o Lula relatou lá no passado teve uma conotação lá no passado.
Certamente que muitos de muitos companheiros de Lula praticamente “engoliram” atitudes, expressões, falações, bravatas, traições, e coisas piores de Lula.
“Engoliram” no sentido de “deixa pra lá, dá um desconto, não é o que importa de momento dinate de gravidades na luta travada”.
Evidente que MResende sabe disso, só está a se fazer um tipo “não sei não”.
Ocorre que a gravidade do filme que vai disseminar uma falsidade por todo o território nacional é sideral!
Dá de conjeturar – como MResende com tudo no seu comentário – que CBenjamin se deparou com uma questão sua em caráter de consciência cívica: o Lula está pondo em risco a sociedade brasileira com o filme falso pra mais de metro.
E dá de considerar que a FSP também percebeu da degradação que se vislumbra no futuro nacional caso o Lula não sofra uma interdição à sua malvadeza inerente, à sua arruinação propositada de tudo que não lhe favoreça.
Convenhamos MResende o Lula é um miserável de mente inferior! Não estudou de propósito? Lula O Não Humano.
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Menino do MEP
(musica Menino do Rio)
Menino do MEP
Na falta, te uso de estepe
Não fuja, dê cá um abraço
Não liga se não tem espaço
Tentação, teu rabo, meu forte
Pra mim é esporte…
Menino do MEP
Salario, comida e um CEP
Eu monto um apê
Pra nós dois…
No Anhembi, compro ali,
Roupas e colares,
Moteis, nossos lares
Mil porres nos bares
Pois se eu te desejo
Eu sou rato em teu queijo…
Menino do Mep
Agora vem cá, meu estepe,
de quatro no chão,
com molejo…
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” Desculpe a falta de acentuacao. Meu computador nao esta configurado para escrever em portugues”.
Apesar de todas as criticas ao texto de Cesar Benjamin publicados pela Folha, achei de grande valia vermos o outro lado do “Filho do Brasil”. Ha anos, quando morava no Brasil e trabalhava na Camara dos Deputados, conversava com uma amiga e ela comentara que pegou um voo onde estavam o entao sem mandato Luiz Inacio e o deputado Jose Dirceu. Juntos faziam a dupla dinamica do voo. Nao deixavam uma mulher passar por eles sem serem atacadas com olhares maliciosos, aquela coisa de comer com os olhos que os homens sabem fazer e nao percebem o quanto nos deixam constrangidas e nos sentindo objetos. Lula e um brasileiro como qualquer outro. A sorte dele e que foi pego como martir da ideologia sindical de que o machado e a foice e que libertam. Uma pessoa que teve todo o tempo do mundo para entrar em uma sala de aula e obter alguma educacao mas jamais se propos pelo simples fato de precisar desse rotulo de brasileiro semi-analfabeto que consegue ser o presidente de seu pais. Lula me da nojo nao so por causa dessa historia de compulsao por boceta ate o ponto da violacao de outro homem. O que me da mais nojo e ele usar verbas federais para nas grandes telas tornar-se mais mito do que ja e. Me da nojo saber que essa gangue trata mulheres como objetos. Nojo de segurar e reforcar oligarquias nordestinas historicas, como a familia Sarney e chamar o patriarca da mesma de cidadao especial, melhor do que os outros brasileiros. O proximo a fazer a cinema sera Jose Sarney e vamos votar o titulo para o filme. O Cesar Benjamin esta de parabens. Nao aos mitos na politica brasileira! Nao a esquerda e nao a direita porque hoje isso nao passa de nomenclatura e essas massas se misturam em uma so! Viva a liberdade de expressao! Abaixo a ditadura Lulista!!
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