No começo eram pequenos rompantes de remanescentes daquele período em que a idéia se impunha. Uma coação aqui, uma intimidação ali. E a sociedade calada. Depois esses fascistas reprimidos encontraram o campo perfeito para proliferação. Em nome da defesa de uma honra que muitas vezes não possuem, passaram a entrar na justiça e assim, utilizar o mais importante instrumento de garantia da liberdade, como cerceador da mesma.
A censura só impera quando a sociedade é omissa, a imprensa conivente e a justiça complacente.
Hoje o Brasil começa a viver a “ditadura da toga”, onde o censor do que se diz, fala e em breve, do que se pensa, é determinado pela própria justiça. Veja a notícia abaixo, da coluna do Claudio Humberto:
RS: jornal esmagado por relatar corrupção O jornal gaúcho Já – de Elmar Bones, ex-Coojornal, um dos jornalistas mais admirados do País – deve fechar as portas. Não tem condições de pagar uma indenização à família do ex-governador Germano Rigotto – cujo irmão, Lindomar, falecido, foi apontado como um dos principais operadores de um esquema de corrupção na área de energia, no governo de Pedro Simon. Há 8 anos os Rigotto tentam fechar o jornal. O jornal Já apenas contou a história do rombo de R$ 800 milhões (valor atual) nos cofres gaúchos – quinze vezes maior que o mensalão lulista. (Claudio Humberto)






















De que partido é essa tchurma mesmo?
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Germano Rigotto é filiado ao PMDB.
Há que se concordar quando se fala em ditadura de toga, porém ela não deve ser combatida apenas quando se trata de calar órgãos de imprensa, mas também quando ela está sentada numa cadeira da Suprema Corte e tenta subjugar todos os Poderes da República aos seus desmandos.
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