O jornalista Sérgio Murilo de Andrade, presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), que participa da comissão de organização da Confecom, apoiou a iniciativa do PT em propor um controle da imprensa por parte do governo e regras para punição de jornais e jornalistas.
“Lamento que as grandes empresas de comunicação tenham se ausentado do debate na Confecom, criando uma falsa polêmica. Estão colocando pelo em casca de ovo. No Brasil, qualquer discussão sobre a necessidade de o sistema ser democratizado, logo vinculam à censura e ao controle do Estado. Temos que superar essa tendência”.
Por falar em Fenaj, mais tarde vou responder aos leitores que me perguntam da postura do sindicato de MT sobre a censura. Agora estou sem tempo, mais tarde eu escrevo, ok?






















Dri
O ‘cara’ é sindicalista. Seus leitores já sabem o que isto significa. Não se poderia esperar algo fecundo do cérebro de galinha e simpatizante do glorioso partido™.
Em todo o caso, seria ótimo vê-la chamar o estrupício de ‘meu anjo’….
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Cuidado, Marreta, o titio dela também é! Embora, justiça se faça, do lula, tenho certeza, ele é superhiperantipelego!
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Esse negócio da imprensa ser controlada o ESTADÃO SURFA. Esse jornaleco está usando a “censura” imposta a ela pela familia Sarney como cortina de fumaça. Como já disse (escrevi) por aí que a Band é um bunkers de covardes estenda também ao jornal ESTADÃO.
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Meu bem,
pelo jeito você não lia jornal na época em que o Estadão publicava a Divina Comédia no lugar dos textos censurados, e nem as receitas da Veja (que na época era aparelhada pela comunistalha).
Censura não deve existir nunca e não tem desculpa, ponto.
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Todo o problema se encontra na frase: ” O sistema precisa ser democratizado”. Como o PT considera que em Cuba vige o que chamam de democracia e na Venezuela o presidente Lula considera que há democracia demais, então colocar as barbas de molho é a mais sensata atitude.
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Permitam-me apelar para esse texto de Elio Gaspari escrito em maio de 2.008, se não me engano.
De Élio Gaspari, em artigo para O Globo, em maio de 2008:
Era uma vez um pelegaço chamado Joaquinzão (Joaquim dos Santos Andrade, 1926-1997). Ele presidiu o Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo durante 22 anos, até 1987. Comprava e vendia greves, mas em janeiro de 1976 foi o único presidente de sindicato de metalúrgicos a protestar pela morte do operário Manuel Fiel Filho, assassinado no DOI-Codi do então 2º Exército. O sindicalismo do ABC, surgido nos anos 70, considerava-o ícone da corrupção sindical do entardecer da ditadura.Joaquinzão morreu pobre, numa modesta casa de repouso. Todos os seus sucessores, bem como os seus principais adversários, tornaram-se pessoas patrimonialmente prósperas e politicamente poderosas. (Quem quiser pode conferir: ele deixou um carro, uma pequena casa num bairro popular e um sítio.) Lula, seu jovem rival no século passado, preside hoje um contubérnio de sindicalistas com fundos estatais, corredores do Planalto e saletas do Ministério do Trabalho.
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Lula ficou tão poderoso que agora tem o seu próprio Joaquinzão. Ele foi acomodado no Supremo Tribunal Federal. Tem o mesmo nome e serve ao patrão da mesma maneira que o original, mas sem o charme de boêmio, mulherengo e cachaceiro inveterado. A semelhança está apenas no nome e no papel exercido. Com certeza, o Joaquinzão do Lula não vai morrer na miséria e tem uma carreira brilhante pela frente. Ontem, quando estava sendo decidido o fim da Lei de Imprensa, o Joaquinzão do Lula encontrou tempo para agradar o patrão e criticar a atuação de grupos hegemônicos de comunicação que, em alguns estados, dominam quase inteiramente a paisagem áudio-visual e o mercado público de idéias e informações, com fins políticos, segundo o site do STF. De acordo com o Joaquinzão do Lula, a diversidade da imprensa deve ser plena a ponto de impedir a concentração de mídia que, em seu entender, é algo extremamente nocivo para a democracia. É a tese defendida pelo PT e pelas esquerdas, na sua ânsia de botar a imprensa na coleira, como o camarada Chávez está fazendo na Venezuela. Mera casualidade. Na última semana, o Joaquinzão do Lula já havia afrontado de forma virulenta o próprio STF. Sem imprensa livre e sem justiça soberana, as coisas ficam mais fáceis. Que o diga o Joaquinzão do Lula.
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