O delegado Protógenes Queiroz foi suspenso por 60 dias de sua função na Polícia Federal. Segundo a assessoria do ministro Tarso Genro, a suspensão se deve à conclusão de um dos processos administrativos a que o delegado responde.
Mas o delegado vê perseguição política. Segundo ele, “a justificativa é a de que eu participei da campanha de Paulo Tadeu, do PT, à Prefeitura de Poços de Caldas [MG], de que eu havia participado de um comício. E que a prova era um vídeo no YouTube, uma montagem que foi comprovada pela própria PF.”
Não sei quem tem razão. Se existe mesmo a necessidade de afastamento por causa de processos administrativos, ou se ele é um perseguido. Mas quando Tarso Genro aparece no pedaço, tudo é possível.
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Dri
Isso está mais me parecendo um protofactóide, apenas para manter o delerusca na mídia. Tipo assim, favor do chefe…
Quando se mistura meias verdades e meias mentiras, marchas e contra marchas, intituições, poderosos, perseguidos, interesses escusos, corruptos e corruptores, discursos, verbos e verbas republicanas ou não, interesse bilonários, balões de ensaios, ziguezagues e toda parafernália para escamotear a clareza das coisas é que teremos a convicção absoluta que a grande vítima foi a verdade.
E a grande vitoriosa foi a mentira.
Marreta, quando se mistura “meias” corre o risco de sair com o pé de uma e pé de outra, uma branca e outra preta, que na mistura dá cinza, aí. . . os horizontes estarão cinsentos. Pior se nesta mistura se dá um nó sem perceber, áí. . . o cara cai né???.
E voce sabe se mecher muito no quebra cabeça acaba perdendo uma peça e nunca mais ele vai ser montado.
E quebra cabeça mal acabado é. . . foda
Lutero!
Você matou a pau!
Eu penso, pelo que se viu na operação Satiagraha, que os investigadores destes casos agradam uns, desagradam outros, mas quem paga sempre a conta somos nós… Ou não? Lembrando: “Entre a mar e o rochedo, quem apanha é o marisco.”