Por Orlando Sabka
Tanto a vaca como o boi são animais que comem capim desde o início de sua existência na face da Terra. Sua carne sempre foi saborosa e suculenta, mas ultimamente devido ao confinamento, os animais tratados em demasia com torta de algodão a carne deixou de ser saborosa, tendo um gosto amargo, parecendo de rim (urina), horrível e intragável.
Nem todo o gado em confinamento tem esse problema. Na ração, cuja composição entra a torta de algodão, mas em menor concentração e sua retirada trinta dias antes do abate, esse sabor de rim não aparece na carne a ser consumida, informou-me um médico veterinário. Como são animais herbívoros, deve haver equilíbrio em sua alimentação.
A maioria dos fazendeiros se utiliza desse processo e procuram manter a qualidade de seu produto, ao passo que alguns não o fazem, estão mais preocupados em ganhar um pouco mais de dinheiro, pois a torta de algodão é mais barato do que outros componentes da ração, como o farelo de soja. Havendo desproporcionalidade no preparo da ração desses animais, conseqüentemente a carne fica com gosto ruim, amargo, parecendo rim, algo horrível e intragável. A grande vilã é sem dúvida alguma a torta de algodão, que deixa na carne esse gosto horrível.
A carne, uma vez exposta nos açougues e supermercados não se diferencia uma da outra, ou seja, daquela que tem gosto ruim e intragável.
Pagamos um preço alto pela carne, principalmente a de primeira (alcatra, maminha, picanha, contrafilé, coxão mole, etc.) e somente podemos diferenciar na hora de ser servida, seja cozido, bife na chapa ou assada.
Infelizmente já tivemos esse desprazer em diversas ocasiões, a ponto de devolver ao açougue ou supermercado as carnes não utilizadas. Entendemos que tanto o açougue como o supermercado não tem culpa, mas por questão de ética e consciência aceitam a devolução e acabam ficando com o prejuízo.
Devido a esse gosto ruim na carne, nossa família optou por consumir outras carnes, a suína e de frango, como também peixe e ovos fritos, cinco a seis vezes na semana, de modo alternado. Outras famílias também têm adotado o mesmo sistema, alegando o mesmo problema que citamos acima.
Sugerimos que o Ministério da Agricultura faça um rigoroso controle do gado em confinamento nas fazendas, da ração utilizada, sua formulação, tempo para abate, etc., de modo que possamos novamente consumir carne saborosa e suculenta, sem aquele gosto horrível de rim. Afinal estamos pagando pela carne e temos o direito de exigir qualidade e essa qualidade também será muito bem aceita no exterior quando exportada para diversos países da União Européia, Rússia, Japão, etc. Basta lembrar que por detalhes, alguns não tão graves assim, a exportação havia sido suspensa. O alerta está dado, portanto, as autoridades do setor que tomem as devidas providências.
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Orlando
Muito bem apanhado o assunto.
Permita-me ampliá-lo.
A adição de farinha de peixe na ração para as aves ocasiona um inconveniente enorme. O sistema digestivo dos humanos, ao processar a farinha de peixe, faz surgir problemas absurdos com gases inconvenientes.
Deixei de consumir carne de frango, a não ser aqueles denominados caipiras, que não consomem ração, e o problema desapareceu.
Adiciono este assunto para a sua sugestão ao MA.
Magu… o meu problema de flatulência é outro. O u
Opa, foi incompleto…
Magu… meu problema de flatulência é outro. O que andam dando de errado pro REPOLHO comer?
Fogo
Essa é fácil.
Água de bosta…
Obrigado Magu. Valeu mesmo. Inté +
Muito bem Magu, sem contar, que não sei se é a ração ou o que, mas a carne de frango vem com muita gordura e cebo arghhh, parece que a carne suína é melhor.
E tudo isso aliado a má inspeção que são feitas nos frigorificos, procurem fazer uma estatistica de quantos animais são “sequestrados” em um periodo de matança, se verá que o indice de animais que é improprio para consumo é irrisorio, quando há o irrisorio.
A ganancia visa o “aqui agora”, não importando quantos serão prejudicados pela pratica do delito.
E isso é saude publica, mas falou nesse assuto é. . .foda