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Publicado por Adriana Vandoni
em 26/10/2009 às 08:31 hs.
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ASSIM FALOU ZARATHUSTRA
Magu, se o Nietzsche estivesse vivo, certamente usaria os adjetivos acima pro nosso querido presidente…
Frase do Nietzsche: “Um político divide os seres humanos em duas classes: instrumentos e inimigos.”
O Spon ou é bidú ou é um midas-da-vida.
(só pra constar: rei Midas no toque dava o ouro, Spon no traço canta o raciocínio.)
Ontem um tipo “petê ‘té morrê” tirou o domingo para atuar no blog tal e qual o “Lula” dessa charge. O que está a dizer a charge:
- Lula é ignorantão (meio mundo sabe) desde todos os tempos;
- Lula não sabe que é ignorantão já que não sabe de nada;
- Lula é do tipo “eu falo de mim, você fala de mim, todos falam de mim”;
- por isso Lula não sabe utilizar dicionário de toda a gente;
- só dá Lula na cabeça do Lula que se facilita saber pelo “disse o Nário”.
Vejamos como atua em confronto intelectivo alguém do tipo petê:
- “Lula sabe se defender, dar conta de si e suas coisas graças ao disse o Nário”;
- “interditar ao adversário ataques ao Lula é o que importa”;
- “forçar adversário na defensiva para interditar seu ataque é o que importa”.
Como tudo é encarado por Lula e tipo petê:
- adversário fala no sentido do dicionário;
- a respeito das falas do adversário o que importa é o “disse o nário”;
- “disse o nário” dá conta do vocabulário lulês, petês, esquerdês;
- duas formas de comunicação incompatíveis para os interlocutores;
- o confronto sugere conversação mas na verdade é “falação”;
- “falação” pelo “disse o nário” é modo do petê se auto interditar raciocinios.
Quero dizer que – aceita a colocação da charge – ocorre de a sociedade viver momentâneas situações regressivas em racionalidades sempre que o dicionário é suplantado pelo “disse o nário” – é tempo em que a desumanização grassa, dissemina, prevalece. Mas que ninguém se preocupe pois é coisinha de menos, fugaz, fogo de palha: sempre haverá a danação pros desumanizadores.
Calvin:
Faltou completar a segunda frase…E o presimente Medás (aquele dos gélidos pés) – aquilo que toca vira o que?
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