(Giulio Sanmartini) Hoje completa o 74º dia de censura ao jornal o Estado de São Paulo, sem deméritos aos outros, o diário brasileiro é o de maior prestígio nacional e internacional. Fico um pouco pasmado ao observar que a mídia tem dado tão pouca importância à essa agressão. Mais ainda, em tomar conhecimento que o principal responsável pelo fato, José Sarney, ter afirmado em entrevista ao programa Canal Livre, da TV Bandeirantes, que o pedido de censura ao TJ-DF foi feito pelo filho: “Meu filho (Fernando Sarney) tem 56 anos”, continuou explicando, que se tivesse sido consultado pelo filho teria sido contra o pedido de censura, mas ao terminar, se desdisse e também ignorando a máxima que um erro não justifica outro, declarou: “Ele (o filho, Fernando) também se sente censurado. Porque a PF durante oito meses censurou o jornal – gravou os duzentos e tantos ramais do jornal que ele tem, ouvindo todas as conversas dos jornalistas. Há alguns casos que nem se pode contar na televisão a respeito da vida pessoal de algumas pessoas do jornal”, referiu-se ao jornal O Estado do Maranhão.
Felizmente nem tudo está perdido, pois uma voz de peso e seriedade se levanta contra essa abjeta imposição. É a do escritor e jornalista Fernando Jorge (foto), autor do livro “Cale a Boca, Jornalista”, que relata a trajetória dos desmandos e agressões contra jornalistas e jornais na história do Brasil, não consegue conter a indignação ao comentar a censura imposta ao Grupo Estado pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF). “É uma medida fascista ou nazista, que remete às ditaduras de Benito Mussolini e de Adolf Hitler, inimigas ferozes da democracia e da liberdade”, alerta. “Basta ver que uma das medidas de Hitler para controlar a imprensa era censurá-la, sem oferecer chance à defesa.”
Essa foi algumas vezes a vontade do petismo que governa o país.






















É público e notório que a maior arma de que dispõe uma sociedade livre é a informação da mídia. Se os próprios órgãos da midia não saem em defesa dos seus pares, como ficamos nós cidadãos? É lamentável ver que a própria mídia calou-se! E isto me lembra bem o que diz Martin Niemöller, 1933:
“Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei. No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei.
No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar…”
Martin Niemöller, 1933
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Lamento dizer, mas tudo que está acontecendo neste país é simplesmente um pequeno ensaio do que vai ser implementado num futuro brevíssimo.
Minha esperança era que o Judiciário, as Forças Armadas e até a Igreja,; de algum modo pudessem agir, expressar sua não aprovação, através de atitudes que pudessem mostrar aos cidadãos de bem que não estão coniventes com esta corja de comunistas. Eles querem apenas – e estão conseguindo pouco a pouco -implantar uma ditadura esquerdista e totalmente incompatível com nossas raizes democráticas.Infelizmente, só podemos contar com os homens de bem. Nossas instituições de relevo, não só o Judiciário, as Forças Armadas e até a Igreja, estão caladas, submissas e, lavando as mãos como – Poncio Pilatos – nada estivesse acontecendo. Garanto uma coisa, “NÃO PASSARÃO” já dizia Miguel Torga
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Pô, Getúlio J. voltou. Benvindo!
Fazia tempo, hein…
Bem, J. porque ele não tem culpa. Parente ‘a gente’ não escolhe.
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Grande Magu,
Sou fã dos teus comentários e das suas tiradas. Vc tem uma presença de espírito aguçadíssima. Diz muito com poucas palavras. É uma virtude. Parabéns amigo!
Parabéns tbem à Adriana e equipe pelo novo visual do site. Gostei!
Da ausência? Ah…cara, desilusão por tudo o que vem ocorrendo com nosso sofrido Brasil. Cheguei a prometer não mais ler jornais (política), mas, reconhecendo que a omissão é um pecado gravíssimo e que não se muda nada dessa forma, decidi retornar. Retorno, porém moderando (policiando) minhas leituras.
Agradeço a todos pelo carinho de me acolherem no grupo.
Abraço a todos.
Getulio Parente Jucá (Recife-Pe).
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Eu sou um defensor da imprensa livre e não digo isso por interesse, não sou jornalista, sou um simples contribuinte que não gosta de ver a finalização que dão aos impostos que pago.
Não vou chegar ao ponto de dizer que não existe fortuna lícita; no entanto no caso dos grandes capitalistas trambiqueiros que estavam falindo suas empresas com especulações fraudulentas; bastou que um deputado republicano desse um esporro naqueles argentários que foram ao governo americano de jatinho e helicóptero particular pedir dinheiro do contribuinte para salvar suas empresas; e quando a imprensa divulgou isso, passaram a fazer os percurso em aviões de carreira.
A imprensa serve para essa e outras coisas, como por exemplo, divulgar que Lula se hospedou no hotel mais caro da Europa, pagando uma diária de 24.000 reais.
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Corrigindo o valor da diária, quatro mil reais e não 24 como foi digitado.
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