Por Fabiana Sanmartini
Imagine-se na cena: de volta para casa depois das compras, ou de um jantar com amigos e encontrar o verdadeiro caos, mas que isso, uma devastação. Nada de ladrões, tsumanis, nem uma invasão de alienígenas. O culpado está na sua frente e abana o rabo feliz por te ver. Assinando o crime, tem um pedaço, do que agora é um buraco no sofá, e agita pendurado na boca.
Você não será o primeiro nem o último a estrelar este filme. Tecnicamente se chama “conduta destrutiva” e é um distúrbio comportamental do cachorro. As causas podem ser muitas: idade jovem, ânsia de separação, medo. Todavia com freqüência se trata de aborrecimento ou tédio. O que fazer? Neste caso é inútil puni-lo, faz-se necessário agir com astúcia.
O mais importante o retorno deve ser SEMPRE agradável, assim ele “entende” que bom comportamento gera agrados, guloseimas, passeios do líder, que lembre-se, deve ser você. Além do quotidiano, são necessários exercícios físicos, podem ser usadas brincadeiras alternativas: são encontradas no comércio. De toda sorte é bom que se troquem os brinquedos, assim evita-se o temido tédio. Caixinhas com guloseimas que podem ser abocanhas com algum esforço, para o cachorro é um passatempo físico e mental, que o torna mais tranqüilo e…salva a casa.






















Fabiana, quando levei a Teca para adestrar, o adestrador recomendou que eu passassse no açougue, pedisse o femour do boi, tirasse toda a pelanca que vem junto e desse para ela. Fiz isso… afff… a bichinha esqueceu do mundo, ficava roendo aquele osso direto e se acalmava bastante, Depois eu tirava o osso dela e ela saia do transe, não sei se é um bom método mas ela ficava bem mais tranquila.