A chancelaria hondurenha divulgou um boletim onde diz que o presidente Lula é responsável pela vida e pela segurança de Manuel Zelaya, bem como pela integridade física das pessoas que estão dentro da embaixada brasileira.
A declaração ressalta que Lula da Silva disse na ONU não ter conhecimento prévio do retorno de Zelaya, mas foi desmentido pelo próprio Zelaya que afirmou ter consultado tanto o presidente Lula quanto o ministro Celso Amorim antes do retorno.
O Ministério das Relações Internacionais diz que, à luz destas afirmações é uma clara intromissão de Lula da Silva nos assuntos internos de Honduras: “Sendo a presença de Zelaya na embaixada brasileira, um ato promovido e consentido pelo Governo do Brasil, recai sobre o governo brasileiro a responsabilidade pela vida e segurança do Sr. Zelaya, e por danos à integridade física das pessoas e da propriedade”.
O boletim diz ainda que a presença do presidente deposto, transformou a embaixada em uma plataforma para a propaganda política e concentração de pessoas armadas ameaçando a paz e as políticas públicas de Honduras.





















